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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69613

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Título: Análise do Impacto da Pandemia de COVID-19 na Morbidade Hospitalar do SUS em Pernambuco no Período de 2017 a 2025
Autor(es): PEDROSA, Lais Gomes
Palavras-chave: Indicadores de Saúde. Gestão em Saúde. Sistemas de Informação em Saúde. Agentes Infecciosos. Epidemiologia.
Data do documento: 11-Jun-2026
Citação: PEDROSA, Lais Gomes. Análise do Impacto da Pandemia de COVID-19 na Morbidade Hospitalar do SUS em Pernambuco no Período de 2017 a 2025. 2026. 79 páginas. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026.
Abstract: A pandemia de COVID-19 representou um importante desafio para os sistemas de saúde em escala global, impactando a organização da assistência hospitalar, o perfil das internações e a dinâmica das doenças infecciosas. As mudanças na utilização dos serviços de saúde, na priorização de atendimentos e nas medidas de controle de infecção podem ter influenciado a frequência e a distribuição dos agentes infecciosos associados à morbidade hospitalar. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo analisar o impacto da pandemia de COVID-19 na distribuição e na frequência de agentes infecciosos associados à morbidade hospitalar no âmbito do Sistema Único de Saúde, no período de 2017 a 2025 em Pernambuco. Trata-se de um estudo epidemiológico retrospectivo, de caráter descritivo, baseado em dados secundários de domínio público disponibilizados pelo Departamento de Informática do SUS por meio da plataforma TABNET, com foco nas informações do Sistema de Informações Hospitalares do SUS.Os dados foram organizados em triênios comparativos, permitindo avaliar tendências temporais antes, durante e após o período mais crítico da pandemia. Os principais achados revelam que a pandemia de COVID-19 exerceu influência significativa sobre o perfil das doenças infecciosas associadas à morbidade hospitalar em Pernambuco, evidenciando alterações na frequência e distribuição de agravos antes, durante e após o período pandêmico. O ressurgimento de doenças imunopreveníveis, o aumento das notificações de tuberculose e a persistência da septicemia como importante causa de mortalidade reforçam os impactos indiretos da pandemia sobre as ações de vigilância, prevenção e assistência em saúde. Além disso, a manutenção das desigualdades observadas entre grupos populacionais vulneráveis destaca o papel dos determinantes sociais na ocorrência e gravidade dessas enfermidades. Dessa forma, torna-se fundamental o fortalecimento das estratégias de atenção primária, vigilância epidemiológica, ampliação da cobertura vacinal e promoção da equidade no acesso aos serviços de saúde, visando reduzir a carga das doenças infecciosas e mitigar os efeitos tardios da pandemia.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69613
Aparece nas coleções:(CB - BM) - TCC - Biomedicina

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