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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/695
Title: Números cromossômicos de Loranthaceae e Viscaceae ocorrentes no Nordeste brasileiro
Authors: José Gomes de Andrade, Maria
Keywords: Número cromossômico; Morfologia cromossômica; Phoradendron; Phthirusa; Psittacanthus; Struthanthus
Issue Date: 2002
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: José Gomes de Andrade, Maria; dos Santos Guerra Filho, Marcelo. Números cromossômicos de Loranthaceae e Viscaceae ocorrentes no Nordeste brasileiro. 2002. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2002.
Abstract: Foram analisados os números cromossômicos, a estrutura do núcleo interfásico, o padrão de condensação cromossômica profásica e o comportamento meiótico em 14 espécies brasileiras das famílias Loranthaceae e Viscaceae. Todas as espécies apresentaram núcleos interfásicos reticulados e padrão de condensação profásico uniforme. Os três gêneros estudados de Loranthaceae apresentaram 2n=16 e as três espécies do único gênero analisado de Viscaceae, Phoradendron, apresentaram 2n=28. Apenas três espécies possuíam registro cariológico anterior, sendo as demais contagens, inéditas. A análise do complemento cromossômico mitótico de duas espécies de Phoradendron revelou uma maior assimetria cariotípica, enquanto as espécies dos outros gêneros foram mais similares entre si e mais simétricas. O comportamento meiótico, analisado em 11 espécies, foi geralmente regular, embora tenham sido observadas algumas irregularidades meióticas em muitas amostras. Em uma das amostras de Struthanthus syringifolius foi encontrado um tetravalente em anel na maioria dos meiócitos. Estas irregularidades meióticas parecem não influir na estabilidade dos números cromossômicos nas duas famílias e sugerem que haja uma variabilidade estrutural maior do que a observada por técnicas citológicas convencionais. Os resultados obtidos indicam que as populações brasileiras possuem a mesma constância do número cromossômico por gênero observada em representantes dessas famílias em outras regiões. É sugerido que essa estabilidade cromossômica esteja relacionada à quantidade elevada de DNA nuclear que caracteriza a maioria dessas espécies
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/695
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