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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69342
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| Título: | Paraprobióticos na saúde intestinal: mecanismos de ação, evidências e perspectivas terapêuticas |
| Autor(es): | SILVA, Maria Mayara da |
| Palavras-chave: | Paraprobióticos; Saúde gastrointestinal; Microbiota gastrointestinal; Disbiose; Probióticos; Imunomodulação |
| Data do documento: | 2-Jul-2026 |
| Citação: | SILVA, Maria Mayara da. Paraprobióticos na saúde intestinal: mecanismos de ação, evidências e perspectivas terapêuticas. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Nutrição) - Centro Acadêmico de Vitória, Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, 2026. |
| Abstract: | A microbiota intestinal desempenha um papel fundamental na manutenção da saúde, e seu desequilíbrio - denominado disbiose - está associado a diversas condições gastrointestinais e sistêmicas, representando um impacto ao sistema público de saúde. Nesse contexto, os paraprobióticos, definidos como células microbianas inativadas ou não viáveis capazes de conferir benefícios à saúde do consumidor, surgem como alternativa promissora aos probióticos vivos. O presente trabalho teve como objetivo investigar a utilização dos paraprobióticos na saúde gastrointestinal, abrangendo definição, benefícios, perfil de segurança, principais cepas estudadas e limitações de uso. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada nas bases de dados PubMed, SciELO, com busca em artigos publicados entre 2010 e 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol. Os resultados indicam que os paraprobióticos exercem efeitos imunomoduladores relevantes, preservam a integridade da barreira epitelial intestinal e reduzem marcadores inflamatórios, com benefícios observados em condições como síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal e disbiose. As cepas mais estudadas incluem Lacticaseibacillus casei, Lactiplantibacillus plantarum, Limosilactobacillus reuteri e Bifidobacterium spp. O perfil de segurança é superior ao dos probióticos vivos, especialmente para populações vulneráveis. Conclui-se que os paraprobióticos representam uma alternativa promissora, mas a consolidação de seu uso clínico depende da realização de ensaios clínicos randomizados robustos e da padronização de cepas, doses e métodos de inativação. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69342 |
| Aparece nas coleções: | (CAV) TCC - Nutrição |
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