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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69272
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| Title: | O impacto do uso de intervenção educativa visual na redução de placa bacteriana em pacientes com TEA : um ensaio clínico randomizado |
| Authors: | SILVA, Isabela Braz da |
| Keywords: | Transtorno do Espectro Autista; Saúde Bucal; Escovação Dentária |
| Issue Date: | 5-Dec-2025 |
| Citation: | SILVA, Isabela. O impacto do uso de intervenção educativa visual na redução de placa bacteriana em pacientes com TEA: um ensaio clínico randomizado.2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Abstract: | O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por déficits na comunicação, interação social e presença de padrões comportamentais restritos e repetitivos, frequentemente associados a alterações sensoriais que dificultam a adesão aos cuidados de higiene oral. Crianças com TEA apresentam maior risco para cárie dentária e doença periodontal, devido à resistência aos cuidados orais, dificuldade de compreensão das instruções e limitações no atendimento odontológico. Diante da necessidade de estratégias acessíveis e eficazes, este estudo teve como objetivo avaliar o impacto do uso de intervenção educativa visual na redução da placa bacteriana em crianças e adolescentes com TEA. Trata-se de um ensaio clínico randomizado realizado no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) da UFPE, envolvendo 14 participantes entre 3 e 17 anos, divididos aleatoriamente em dois grupos: intervenção (receberam o material visual presente na cartilha “Higiene Bucal para Pessoas com TEA”) e controle (receberam apenas orientações convencionais). O Índice de Placa Visível (IPV) foi registrado no início e após pelo menos 30 dias. Os resultados mostraram que a média de idade da amostra foi de 8,07 anos, com predominância do grau de suporte 2. As crianças que receberam o material educativo apresentaram redução média de 15,15% no IPV, enquanto o grupo controle apresentou aumento de 14,81%, evidenciando piora da higiene oral. Também foi observado aumento na frequência diária de escovação apenas no grupo intervenção. A análise por faixas etárias mostrou melhora significativa nos grupos de 7 a 9 anos e de 10 a 15 anos, enquanto crianças de 3 a 6 anos apresentaram piora. Em relação ao grau de suporte, o Grau 1 demonstrou maior redução do IPV (-32,69%), seguido pelo Grau 3 (-21,43%) e Grau 2 (-7,04%). Esses achados sugerem que a intervenção visual exerce impacto positivo na higiene oral, com maior efetividade em crianças com menor necessidade de suporte. Conclui-se que materiais educativos visuais personalizados podem ser uma estratégia promissora e de fácil aplicação domiciliar para promover a saúde bucal de crianças com TEA, embora estudos com amostras maiores sejam necessários para confirmar esses resultados e ampliar sua generalização. |
| Description: | 10 |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69272 |
| Appears in Collections: | (TCC) - Odontologia |
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