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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68959
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| Title: | Efeitos agudos de diferentes tipos de exercício físico sobre as variáveis da função pulmonar, psicológicas e cognitivas em mulheres com sintomas pós-COVID-19: um estudo de série de casos |
| Authors: | OLIVEIRA, Geraldo José Santos |
| Keywords: | COVID longa; Atividade física; Qualidade de vida |
| Issue Date: | 22-Aug-2025 |
| Publisher: | Universidade Federal de Pernambuco |
| Citation: | OLIVEIRA, Geraldo José Santos. Efeitos agudos de diferentes tipos de exercício físico sobre as variáveis da função pulmonar, psicológicas e cognitivas em mulheres com sintomas pós-COVID-19: um estudo de série de casos. 2025. Dissertação (Mestrado em Educação Física) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Abstract: | Introdução: A covid-19 é uma doença causada pelo vírus da SARS-COV-2. Os principais sintomas são: febre, fadiga e dispnéia. Alguns indivíduos apresentam sintomas persistentes em que é caracterizado como síndrome pós-COVID-19. O exercício físico é uma estratégia para melhorar esse quadro, mas existe a necessidade de investigar os diferentes tipos e efeitos, principalmente em mulheres. Objetivos: Analisar os efeitos do treinamento combinado sobre as variáveis fisiológicas, funcionais e psicológicas em pessoas com a síndrome pós-COVID19. Além disso, comparar os efeitos agudos pré e pós dos treinos aeróbio, força muscular e combinado sobre as variáveis da função pulmonar, psicológicas e cognitivas em mulheres com sintomas persistentes pós-covid-19. Metodologia: Trata-se de um estudo de revisão sistemática totalizando 34 artigos. Os critérios de inclusão foram: artigos em texto completo publicados entre os anos de 2020 e 2024. As buscas foram realizadas no Web of Science, Pubmed, Scopus, Science Direct, Periódicos Capes, Biblioteca Virtual em Saúde, Google Acadêmico e Scielo. A qualidade metodológica e risco de viés dos estudos foram avaliados. O estudo original experimental do tipo crossover foi realizado em mulheres com sintomas pós-COVID-19. Foram submetidas e avaliadas pré e pós TA, TF e TC. A duração foi de 30 minutos com intensidade entre 60%-70% da potência máxima para o aeróbio e 1RM predito para a força. Foi utilizado o modelo linear generalizado com pós-teste de Bonferroni e cálculo do tamanho de efeito. Todos os dados foram tabulados e analisados por meio SPSS 20.0. O nível de significância adotado foi um valor de p<0,05. Resultados: O treinamento combinado apresentou melhoras significativas nas variáveis fisiológicas, funcionais e psicológicas em adultos e idosos com a síndrome pós-COVID-19. O FEV1, apresentou diferença significativa entre os momentos pré e pós para o TA (pré=2,57±0,02; pós=2,69±0,02; p<0,001; ηp2=0,59) e TC (pré=2,39±0,04; pós=2,58±0,04; p=0,03; ηp2=0,42). O PEF apresentou diferença significativa para o TF (pré=4,83±0,16; pós=5,87±0,16; p=0,002; ηp2=0,61) e TC (pré=4,47±0,24; pós=6,1±0,24; p=0,001; ηp2=0,64). A subescala vigor apresentou aumento significativo apenas no TC (pré=7,67±0,44; pós=9,83±0,44; p=0,01; ηp2=0,49). Para a subescala tensão, houve redução significativa no TA (pré=6,17±0,44; pós=4,00±0,44; p=0,01; ηp2=0,49) e TF (pré=5,67±0,28; pós=4,33±0,28; p=0,01; ηp2=0,48). A subescala depressão apresentou redução significativa para o TF (pré 3,83±0,14; pós=2,67±0,14; p<0,001; ηp2=0,74) e TA (pré=1,50±0,18; pós=0,67±0,18; p=0,02; ηp2=0,46). A subescala raiva para o TC apresentou redução significativa (pré=1,83±0,36; pós=0,33±0,36; p=0,04; ηp2=0,40). A subescala fadiga teve redução significativa para o TC (pré=7,33±0,34; pós=4,50±0,34; p<0,001; ηp2=0,74). A ansiedade traço-estado, observaram-se diferenças significativas no TA (pré=43,33±1,21; pós=38,17±1,21; p=0,03; ηp2=0,42), TF (pré=43,17±0,44; pós=39,17±0,44; p<0,001; ηp2=0,77) e TC (pré=39,33±0,54; pós=37,17±0,54; p=0,04; ηp2=0,39). O teste de stroop com relação ao número de acertos, o TC (pré=48,17±0,25; pós=49,50±0,25; p<0,001; ηp2=0,53) apresentou diferença significativa. Quanto ao número de erros, no TC (pré=1,83±0,25; pós=0,50±0,25; p<0,001; ηp2=0,53) foi encontrada diferença significativa. O teste de trilhas B apresentou diferenças significativas no TA (pré=126,81±4,07; pós=108,09±4,07; p=0,02; ηp2=0,46), TF (pré=67,26±1,44; pós=58,32±1,44; p<0,001; ηp2=0,61) e TC (pré=91,46±4,42; pós=68,73±4,42; p=0,01; ηp2=0,52). Conclusão: O TC é mais eficaz para melhorar as variáveis cardiorrespiratória, psicológicas, cognitivas e funcionais dos indivíduos com síndrome pós-COVID-19. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68959 |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - Educação Física |
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