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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68893

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Title: A família e o não reconhecimento dos sinais do abuso sexual infantil
Authors: BARBOSA, Maria Laura Coragem
Keywords: Abuso sexual infantil; Orientação familiar; Violência intrafamiliar; Prevenção; Políticas públicas
Issue Date: 19-Dec-2025
Citation: BARBOSA, Maria Laura Coragem. A família e o não reconhecimento dos sinais do abuso sexual infantil. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026.
Abstract: O presente Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como objeto de estudo a orientação familiar na prevenção e no enfrentamento do abuso sexual infantil, entendendo essa violência como uma grave violação de direitos humanos que ocorre, majoritariamente, no contexto intrafamiliar. O objetivo geral do TCC foi refletir sobre a importância da orientação familiar para a prevenção e o enfrentamento do abuso sexual infantil, tomando por objetivos específicos: a) Discutir o processo histórico que configura a infância no Brasil e a violência sexual que a vitimiza, b) Refletir sobre a prevenção da violência sexual e autoproteção de crianças e c) Conhecer a situação da violência sexual contra crianças e adolescentes na cidade do Recife e as formas de enfrentamento. Em relação à metodologia, trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, com abordagem bibliográfica e documental. Partindo da compreensão do desenvolvimento infantil e da autoproteção como elementos centrais da proteção integral, o trabalho analisa como fatores socioculturais e estruturais influenciam a capacidade das famílias de reconhecer sinais, acolher vítimas e agir diante da violência. A pesquisa também examina dois casos de grande repercussão em Recife, bem como o Plano Municipal de Prevenção e Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (2024-2034), identificando avanços, fragilidades e desafios na rede de proteção. Os resultados apontam que muitas famílias têm dificuldade de admitir a violência, especialmente quando o agressor é alguém próximo, o que reforça o silêncio e impede intervenções precoces. Evidencia-se que a orientação familiar, entendida como prática educativa, afetiva e preventiva, é essencial para fortalecer vínculos, ampliar o diálogo sobre corpo e proteção e favorecer a busca de apoio institucional. Conclui-se que a prevenção efetiva depende da articulação entre famílias, políticas públicas, escolas, saúde, assistência social e Sistema de Garantia de Direitos.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68893
Appears in Collections:(TCC) - Serviço Social

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