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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68599

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Título: Associação entre a prática de caminhada diária e redução do risco de queda em pacientes idosos hospitalizados: um ensaio clínico randomizado
Autor(es): GOMES, Gabriel Cordeiro
Palavras-chave: Idoso; Quedas; Hospitalização; Atividade física; Caminhada
Data do documento: 27-Fev-2026
Citação: GOMES, Gabriel Cordeiro. Associação entre a prática de caminhada diária e redução do risco de queda em pacientes idosos hospitalizados: um ensaio clínico randomizado. 2026. 38 f. Monografia (Especialização) - Curso de Residência em Clinica Médica, Medicina, Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, 2026.
Abstract: Introdução: O envelhecimento populacional está associado ao aumento do risco de quedas, especialmente em idosos hospitalizados, em razão do declínio funcional e de fatores relacionados ao ambiente hospitalar. A prática de atividade física, como a caminhada, pode contribuir para a manutenção da funcionalidade e redução desse risco. Objetivo: Avaliar a associação entre a prática de caminhada diária durante a hospitalização e o risco de quedas em pacientes idosos hospitalizados. Métodos: Trata-se de um ensaio clínico randomizado, no qual os participantes foram alocados em grupo intervenção, submetido à caminhada diária de 10 a 12 minutos durante o período de internação, e grupo controle, submetidos aos cuidados habituais do internamento. O risco de quedas foi avaliado por meio do teste Timed Up and Go (TUG) na admissão e após 10 dias de internamento. A variação do TUG (ΔTUG) foi analisada de forma contínua pelo teste de Mann-Whitney, e a classificação do risco de quedas no décimo dia foi analisada de forma categórica pelo teste Qui-quadrado, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: Não foi observada diferença estatisticamente significativa entre os grupos quanto à variação contínua do TUG. Entretanto, a análise categórica demonstrou associação estatisticamente significativa entre a prática de caminhada diária e menor proporção de idosos classificados como alto risco de quedas no 10° dia de internamento ou alta hospitalar. Conclusão: A caminhada diária durante a hospitalização não promoveu melhora funcional global mensurável, porém mostrou-se associada à redução do risco de quedas quando avaliada por classificação clínica. Os resultados sugerem que a caminhada pode ser uma estratégia simples, segura e de baixo custo para a prevenção de quedas em idosos hospitalizados.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68599
Aparece nas coleções:Programa de Residência em Clínica Médica

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