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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68467
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| Title: | Realidades aumentada e virtual aplicadas à atividade turística: uma revisão sistemática das principais revistas internacionais na área do turismo |
| Authors: | ROCHA, André Felipe Baracho da |
| Keywords: | Realidade Aumentada; Realidade Virtual; Turismo; Experiência Turística |
| Issue Date: | 17-Dec-2025 |
| Citation: | ROCHA, André Felipe Baracho da. Realidades aumentada e virtual aplicadas à atividade turística: uma revisão sistemática das principais revistas internacionais na área do turismo. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Turismo) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026. |
| Abstract: | Esta revisão sistemática realizou uma análise de 28 artigos publicados entre 2015 e 2025 nas principais revistas internacionais de turismo, identificando como a Realidade Aumentada (RA) e a Realidade Virtual (RV) vêm sendo aplicadas para enriquecer a experiência turística, apoiar decisões de viagem e transformar práticas de marketing, interpretação patrimonial e hospitalidade. Os resultados mostram que RA e RV ampliam a sensação de presença, engajamento emocional, aprendizagem e acessibilidade, reforçando intenções comportamentais e percepções positivas sobre destinos, como demonstrado em estudos de Tussyadiah et al. (2018) e Radianti et al. (2020). A literatura também evidencia a predominância de modelos teóricos como TAM, S-O-R e Teoria da Presença para explicar a aceitação tecnológica, destacando que fatores como utilidade percebida, facilidade de uso, realismo sensorial e qualidade do conteúdo influenciam decisivamente atitudes e comportamentos dos turistas. Apesar dos benefícios, a análise evidencia barreiras técnicas, cognitivas e perceptuais que dificultam a adoção mais ampla dessas tecnologias, incluindo limitações de hardware, fadiga sensorial, baixa percepção de autenticidade e dificuldades de design centrado no usuário, como apontado por Guttentag e Stone (2019) e Chung et al. (2021). Persistem ainda desafios relacionados à formação de memória, custos de implementação e à lacuna entre experiências virtuais e expectativas reais de viagem. Conclui-se que RA e RV não substituem o turismo físico, mas funcionam como extensões estratégicas capazes de elevar valor, acessibilidade e diferenciação competitiva de destinos. O estudo reforça que a consolidação dessas tecnologias depende da integração equilibrada entre inovação, experiência humana e autenticidade, indicando caminhos promissores para pesquisas futuras e para o desenvolvimento de aplicações mais concretas e orientadas ao usuário. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68467 |
| Appears in Collections: | (TCC) - Turismo |
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