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Título: Polimorfismos de base única proximais do promotor do gene da interleucina-10 em pacientes pediátricos com linfoma de Hodgkin em associação com o vírus epstein-barr
Autor(es): de Azevêdo Silva, Jaqueline
Palavras-chave: EBV;Linfoma de Hodgkin;Interleucina-10
Data do documento: 31-Jan-2010
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: de Azevêdo Silva, Jaqueline; Tereza Cartaxo Muniz, Maria. Polimorfismos de base única proximais do promotor do gene da interleucina-10 em pacientes pediátricos com linfoma de Hodgkin em associação com o vírus epstein-barr. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Genética, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.
Resumo: O Linfoma de Hodgkin (LH) é uma neoplasia maligna caracterizada histologicamente pela presença de células denominadas Hodgkin-Reed-Sternberg (H-RS) no microambiente tumoral. A interleucina-10 (IL-10) é uma citocina imunoregulatória que exerce função linfoproliferativa nas células B. A regulação do produto do IL-10 pode ser controlado por diferentes genótipos no promotor do gene ou por transcritos do vírus Epstein-Barr (EBV) em células B infectadas, já que o EBV possui a capacidade de produzir uma IL-10 (vIL-10) similar a IL-10 humana (hIL-10). Os polimorfismos de base única (SNP) na posição proximal do promotor do gene IL-10 já foram relacionados com diversas doenças, entre elas o LH em algumas populações. Assim, o objetivo deste trabalho foi investigar a existência de associação entre os polimorfismos proximais do IL-10 com LH e a possível associação com EBV. O estudo foi do tipo analítico com caso-controle, consistindo de 64 pacientes (2-18 anos) com LH, atendidos no CEONPE/HUOC e 131 indivíduos saudáveis compondo o grupo de controles. A investigação dos SNPs nas posições - 1082 e -592, e de dos seus possíveis haplótipos, foi realizada por PCR alelo específica (AS-PCR). A análise do EBV foi realizada por hibridização in situ fluorescente da detecção do RNA do vírus Epstein-Barr (EBER-ISH). Indivíduos com genótipo -1082GG apresentaram 4,5 vezes menos chance de desenvolver LH que os portadores dos demais genótipos (OR = 4,45, IC95% 1,5-13,3 p = 0,007). Indivíduos com o genótipo -592CC apresentaram cerca de cinco vezes menos chance de desenvolver o LH que portadores dos demais genótipos (OR = 5,27, IC95% = 1,53- 18,1 p = 0,007). Em relação aos haplótipos, portadores do haplótipo ACC apresentaram três vezes mais chances de desenvolver LH, em comparação aos demais haplótipos (OR= 3,28 IC95% 1,18 9,07 p= 0,03). Indivíduos com os haplótipos combinados ATA/ATA e GCC/GCC apresentaram menos chances de desenvolvimento do LH, em comparação às demais combinações (OR= 0,19 IC 95% 0,05 0,65 p= 0,007 e OR= 0,225 IC 95% 0,07 0,66 p= 0,007). A presença do EBV foi verificada em 36,8% das amostras analisadas. A amostra de casos de EBV apresentou maior freqüência do haplótipo ACC nos indivíduos EBV +; Já nos indivíduos EBV-, o haplótipo ATA apresentou maior freqüência; Em conclusão, as variantes genéticas das posições -1082 e -592 e os haplótipos sugerem associação ao risco de desenvolvimento de LH nos indivíduos do grupo estudado; A associação com o EBV não pode ser inferida nesta análise
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6840
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Genética

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