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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68383
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| Título : | Comparação entre dados topográficos obtidos a partir de sensores remotos e levantamento topográfico em campo para projetos rodoviários |
| Autor : | SILVA, João Guerra Pinto |
| Palabras clave : | Engenharia rodoviária; Topografia; Sensores remotos; TOPODATA; PE3D; RPA |
| Fecha de publicación : | 3-feb-2026 |
| Citación : | SILVA, João Guerra Pinto. Comparação entre dados topográficos obtidos a partir de sensores remotos e levantamento topográfico em campo para projetos rodoviários. 2026. 64 f. TCC (Graduação) - Curso de Engenharia Civil, Departamento de Engenharia Civil, Centro de Tecnologia e Geociências, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026. |
| Resumen : | Este estudo aborda a comparação entre dados topográficos obtidos por sensores remotos e levantamentos convencionais em campo para fins de projetos rodoviários. O objetivo geral foi avaliar a confiabilidade e a consistência dos dados provenientes do TOPODATA, Pernambuco Tridimensional (PE3D) e aerofotogrametria com Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA), visando otimizar investimentos nas fases de planejamento e anteprojeto de infraestrutura de transportes. A metodologia consistiu em um estudo de caso aplicado a um trecho de 9,76 km da rodovia PE-123, em Pernambuco, caracterizado por relevo ondulado e vegetação nativa. Foram gerados e comparados quatro Modelos Digitais de Terreno (MDT): um derivado da missão SRTM/TOPODATA, um do programa PE3D, um gerado via aerofotogrametria com RPA e, por fim, um levantamento em campo com GNSS RTK, utilizado como a verdade terrestre. As análises foram processadas no software Autodesk Civil 3D, focando na compatibilidade de perfis longitudinais e no cálculo de volumes de terraplenagem (corte e aterro). Os resultados indicaram que o levantamento com RPA apresentou a maior acurácia em relação ao GNSS, com uma diferença de apenas 5% na movimentação total de terraplenagem. O PE3D, embora estatisticamente equivalente ao GNSS na movimentação total, apresentou discrepâncias significativas em áreas específicas, com 47% a mais de volume de corte e 33% a menos de aterro, além de variações altimétricas de até 95 cm. Por outro lado, os dados do TOPODATA mostraram-se inadequados para projetos executivos ou anteprojetos detalhados, apresentando uma diferença de 395% na movimentação total e invertendo o balanço de materiais de aterro para corte, devido à sua baixa resolução espacial e sensibilidade ao efeito dossel. Concluiu-se que o uso de sensores remotos, especialmente o RPA e o PE3D, é tecnicamente justificável para as fases de planejamento e anteprojeto rodoviário. O RPA destaca-se como alternativa viável até para etapas mais avançadas, desde que complementado por métodos convencionais em áreas de vegetação densa. O TOPODATA permanece restrito a estudos preliminares de escala regional, dada a sua menor capacidade de distinguir feições topográficas detalhadas. |
| URI : | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68383 |
| Aparece en las colecciones: | (TCC) - Engenharia Civil e Ambiental |
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