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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68184
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| Título : | VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA CONTRA A MULHER E HOMENS TRANS AGRAVADA PELA DISCRIMINAÇÃO INTERSECCIONAL: REVISÃO INTEGRATIVA |
| Autor : | ANDRADE, Maria Eduarda Ribeiro de Aguiar |
| Palabras clave : | Violência Obstétrica; Interseccionalidade; Racismo; Transfobia; Marcadores Sociais |
| Fecha de publicación : | 16-dic-2025 |
| Citación : | ANDRADE, Maria Eduarda Ribeiro de Aguiar. Violência Obstétrica Contra a Mulher e Homens Trans Agravada pela Discriminação Interseccional: revisão integrativa. 2025. 88 f. TCC (Graduação) - Curso de Enfermagem, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Resumen : | A violência obstétrica configura-se como uma manifestação da violência de gênero, caracterizada por práticas abusivas, desrespeitosas, negligentes e discriminatórias durante o ciclo gravídico-puerperal e em situações de abortamento. Essas práticas violam direitos humanos e reprodutivos, comprometem a autonomia das pessoas que gestam e produzem impactos físicos e emocionais. Embora possa atingir qualquer pessoa, mulheres negras, homens trans, indígenas e indivíduos em situação de pobreza encontram-se em maior vulnerabilidade em decorrência da interseção entre raça, gênero, identidade de gênero e classe social. O presente estudo teve como objetivo identificar, na literatura científica nacional, como mulheres e homens trans em situação de vulnerabilidade social vivenciam a violência obstétrica, sob a perspectiva da interseccionalidade. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases BVS, BDENF, LILACS e SciELO, com estudos publicados na íntegra em português nos anos de 2021 a 2025. Os resultados evidenciaram a ocorrência de violência obstétrica em suas formas física, psicológica, verbal, sexual, institucional, por negligência e patrimonial. Mulheres negras relataram maior frequência de humilhações, desumanização e ausência de analgesia, frequentemente associadas ao racismo estrutural. Homens trans apontaram transfobia institucional, desrespeito à identidade de gênero, invisibilidade e exclusão nos serviços de saúde. Também foram identificadas a negação do direito ao acompanhante e a realização de procedimentos sem consentimento. Conclui-se que a violência obstétrica é um fenômeno estrutural e interseccional, que afeta de forma desproporcional mulheres negras e homens trans, sendo urgente o fortalecimento da formação ética e humanizada dos profissionais de saúde, bem como a efetivação de políticas públicas que garantam um cuidado baseado no respeito, na equidade e nos direitos humanos. |
| URI : | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68184 |
| Aparece en las colecciones: | (TCC) - Enfermagem |
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| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
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| VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA CONTRA A MULHER E HOMENS TRANS AGRAVADA PELA DISCRIMINAÇÃO INTERSECCIONAL - TCC MARIA EDUARDA RIBEIRO.pdf Artículo embargado hasta 2027-02-05 | 1.27 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir Item embargoed |
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