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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68036
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| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | JANOTTI JUNIOR, Jeder Silveira | - |
| dc.contributor.author | SILVA, Bernard Arthur Silva da | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-30T19:17:48Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-30T19:17:48Z | - |
| dc.date.issued | 2025-07-21 | - |
| dc.identifier.citation | SILVA, Bernard Arthur Silva da. Um estudo interdisciplinar sobre as masculinidades e feminilidades performadas na cena heavy metal de Belém-PA via espaços físicos e plataformas digitais (1980-2025). 2025. Tese (Doutorado em Comunicação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68036 | - |
| dc.description.abstract | Na tese “Um estudo interdisciplinar sobre as masculinidades e feminilidades performadas na cena heavy metal de Belém-PA via espaços físicos e plataformas digitais (1980-2025)”, foram notadas, nas relações de gênero da cena heavy metal de Belém-PA, em seus espaços físicos e digitais, entre os anos de 1980 e 2025, diversas configurações de masculinidades e feminilidades: masculinidade cúmplice branca performando uma hipermasculinidade neoconservadora, masculinidade branca antifascista, masculinidades marginalizadas (não brancas), feminilidade hegemônica branca e feminilidade não hegemônica não branca. Ela seguiu duas linhas de pesquisa e apresentou uma hipótese principal. Primeiramente, de modo interdisciplinar, é uma etnografia digital aliada à história social das práticas sociais masculinas e femininas da cena heavy metal de Belém-PA. Em seguida, é uma tentativa de compreensão das questões encontradas no campo: como os marcadores sociais dessas masculinidades e feminilidades operam, definindo suas identidades e estabelecendo esses regimes de masculinidades e feminilidades? E, de quais maneiras, tais relações geram desigualdades de gênero, raciais e posições políticas neoconservadoras? Como ocorrem os conflitos, as negociações e resistências nas relações entre essas masculinidades e feminilidades? Quais são os aspectos dessas dinâmicas? E, por quais maneiras, elas acontecem? A hipótese para tais questões que balizaram a tese: nos ambientes digitais e locais físicos da cena local, uma masculinidade cúmplice branca performa uma hipermasculinidade neoconservadora, provocadora de desigualdades de gênero, raciais, posições políticas autoritárias e intolerantes, alinhada com a extrema-direita, ao mesmo tempo que, convive com a masculinidade branca antifascista, masculinidades marginalizadas (não brancas), feminilidade hegemônica branca e feminilidade não hegemônica não branca. Através dos videoclipes, as publicações, os comentários de suas páginas e canais oficiais no youtube e facebook, além de entrevistas (gravadas, em blogs e páginas especializadas no facebook), reportagens em revistas especializadas, matérias em fazines, páginas de produtoras e coletivos no facebook, letras de músicas, capas de singles, demo-tapes e álbuns, foi possível analisar os roteiros dessas masculinidades e feminilidades performados na cena local via suas produções audiovisuais presentes nas plataformas digitais e espaços físicos. Eu parti dos estudos de rock (HOBSBAWM, 1995, 1989; CHACON, 1985; FRIEDLANDER, 2008), estudos de heavy metal (BROWN; SPRACKLEN; KAHNHARRIS; SCOTT, 2016), estudos de gênero (BOLA, 2020; CONNELL, 2015, 2005, 1987; KUPERS, 2005; LUGONES, 2020, 2014; SCHIPPERS, 2016, 2007; VIGOYA, 2018), estudos de branquitude (BENTO, 2022; DYER, 1997; CARDOSO, 2014; SCHUCMAN, 2020) e estudos de cenas musicais (SÁ; JANOTTI JR, 2013; JANOTTI JR, 2004), para melhor definir as nuances das masculinidades e feminilidades performadas off-line e online. Os conceitos de gênero enquanto “performance” e “processo construtor de uma ordem” (BUTLER, 2003; CONNELL, 1987), masculinidade cúmplice (CONNELL, 2005), hipermasculinidade (KUPERS, 2005), masculinidade marginalizada (CONNELL, 2005), feminilidade hegemônica (SCHIPPERS, 2016), mulheres de cor (LUGONES, 2020), branquitude (CARDOSO, 2014; SCHUCMAN, 2020), heterossexualidade (MOORE, 2009; SEGDWICK, 2007), homosocialidade (SEGDWICK, 2016; ROGERS; DEFLEM, 2022) classe (MOORE, 2009; NILSSON, 2009; WEINSTEIN, 2009) e neoconservadorismo (BARREIRA, 2022; LACERDA, 2018), definem as masculinidades e feminilidades deste estudo centralmente. Utilizei, de modo interdisciplinar, as metodologias da história oral, história social da imprensa, jornalismo de rock, sociologia da música, estética, etnografia digital e estudos de som e música. Elas foram as formas de acionar as fontes de pesquisa citadas, para saber as maneiras pelas quais funcionam as dinâmicas das relações de gênero na cena, como tais funcionamentos contribuem para as moldagens dos seus regimes masculinos e femininos. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights.uri | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | pt_BR |
| dc.subject | Cena musical | pt_BR |
| dc.subject | Heavy metal | pt_BR |
| dc.subject | Masculinidades | pt_BR |
| dc.title | Um estudo interdisciplinar sobre as masculinidades e feminilidades performadas na cena heavy metal de Belém-PA via espaços físicos e plataformas digitais (1980-2025) | pt_BR |
| dc.type | doctoralThesis | pt_BR |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/9859196443232656 | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPE | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.degree.level | doutorado | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/6366551742319233 | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pos Graduacao em Comunicacao | pt_BR |
| dc.description.abstractx | In the thesis “An interdisciplinary study on masculinities and femininities performed in the Belém-PA’s heavy metal scene, via physical spaces and digital platforms (1980-2025)”, were noticed various configurations of masculinities and femininities in the gender relations of the Belém-PA’s heavy metal scene, both physically and digitally, between 1980 and 2025: white complicit masculinity performing neoconservative hypermasculinity, white antifascist masculinity, marginalized (non-white) masculinities, white hegemonic femininity, and non hegemonic non-white femininity. The study followed two lines of research and presented a central hypothesis. First, it is interdisciplinary, a digital ethnography combined with the social history of masculine and feminine social practices in the Belém-PA’s heavy metal scene. Next, we attempt to understand the questions encountered in the field: how do the social markers of these masculinities and femininities operate, defining their identities and establishing these regimes of masculinity and femininity? And in what ways do such relationships generate gender and racial inequalities and neoconservative political positions? How do conflicts, negotiations, and resistance occur in the relationships between these masculinities and femininities? What are the aspects of these dynamics? And in what ways do they occur? The hypothesis for these questions that guided the thesis: in the digital and physical environments of the local scene, a complicit white masculinity performs a neoconservative hypermasculinity, provoking gender and racial inequalities, authoritarian and intolerant political positions, aligned with the far right, while simultaneously coexisting with anti-fascist white masculinity, marginalized (non-white) masculinities, hegemonic white femininity, and non-hegemonic non-white femininity. Through video clips, publications, comments on their official YouTube and Facebook pages and channels, as well as interviews (recorded, on blogs and specialized Facebook pages), reports in specialized magazines, articles in fables, Facebook pages of production companies and collectives, song lyrics, single covers, demo-tapes and albums, it was possible to analyze the scripts of these masculinities and femininities performed in the local scene via their audiovisual productions present on digital platforms and physical spaces. I started from rock studies (HOBSBAWM, 1995, 1989; CHACON, 1985; FRIEDLANDER, 2008), heavy metal studies (BROWN; SPRACKLEN; KAHNHARRIS; SCOTT, 2016), gender studies (BOLA, 2020; CONNELL, 2015, 2005, 1987; KUPERS, 2005; LUGONES, 2020, 2014; SCHIPPERS, 2016, 2007; VIGOYA, 2018), whiteness studies (BENTO, 2022; DYER, 1997; CARDOSO, 2014; SCHUCMAN, 2020) and music scene studies (SÁ; JANOTTI JR, 2013; JANOTTI JR, 2004), to better define the nuances of masculinities and femininities performed offline and online. The concepts of gender as “performance” and “order-building process” (BUTLER, 2003; CONNELL, 1987), complicit masculinity (CONNELL, 2005), hypermasculinity (KUPERS, 2005), marginalized masculinity (CONNELL, 2005), hegemonic femininity (SCHIPPERS, 2016), women of color (LUGONES, 2020), whiteness (CARDOSO, 2014; SCHUCMAN, 2020), heterosexuality (MOORE, 2009; SEGDWICK, 2007), homosociality (SEGDWICK, 2016; ROGERS; DEFLEM, 2022) class (MOORE, 2009; NILSSON, 2009; WEINSTEIN, 2009) and neoconservatism (BARREIRA, 2022; LACERDA, 2018), define the masculinities and femininities of this study centrally. I used, in an interdisciplinary manner, the methodologies of oral history, social history of the press, rock journalism, sociology of music, aesthetics, digital ethnography, and sound and music studies. These were the ways I activated the aforementioned research sources to understand how the dynamics of gender relations function in the scene and how these functions contribute to the shaping of its masculine and feminine regimes. | pt_BR |
| dc.contributor.authorORCID | https://orcid.org/0000-0001-8301-7091 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorORCID | https://orcid.org/0000-0003-3975-7433 | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Teses de Doutorado - Comunicação | |
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