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Título: Análise do polimorfismo do gene que codifica a proteína salivar SP15 em três populações do Oriente Médio de Phlebotomus papatasi (Diptera: Psychodidae), vetor da Leishmania major
Autor(es): FIGUEIRÊDO JÚNIOR, Carlos Alberto Santiago
Palavras-chave: Phlebotomus papatasi; Leishmania major; SP15.
Data do documento: 31-Jan-2010
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Alberto Santiago Figueirêdo Júnior, Carlos; de Queiroz Balbino, Valdir. Análise do polimorfismo do gene que codifica a proteína salivar SP15 em três populações do Oriente Médio de Phlebotomus papatasi (Diptera: Psychodidae), vetor da Leishmania major. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Genética, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.
Resumo: As proteínas presentes na saliva dos flebotomíneos possuem uma grande importância na proteção contra parasitas do gênero Leishmania. Uma das proteínas identificadas, denominada de SP15, demonstrou ser responsável pela proteção contra a progressão da doença e aumento do tamanho da lesão em modelos animais. A elaboração de vacinas de múltiplos componentes com proteínas salivares pode ser uma forma viável para o desenvolvimento de vacinas anti-Leishmania. Partindo desta estratégia adotada para elaboração de vacinas, é necessário entender a variabilidade dos genes que codificam proteínas salivares e suas implicações nas respostas imunes dos humanos. Neste trabalho, investigamos a variabilidade genética de SP15 de populações naturais de Phlebotomus papatasi do Oriente Médio. Adicionalmente, associamos a variabilidade genética observada com a predição da estrutura secundária da proteína e possíveis epítopos de ligação a MHC classe II. Os resultados obtidos indicaram um baixo nível de variabilidade genética entre as populações oriundas do Oriente Médio, apesar da ocorrência de um grande número de haplótipos, onde alguns deles são compartilhados entre as populações distintas. Em conjunto, estas observações evidenciam a existência de fluxo gênico ou retenção de polimorfismo ancestral entre as populações e a ausência da seleção purificadora atuando sobre este gene. Para os preditos epítopos de MHC classe II, muitos foram identificados como possuindo sítios de mutação, mas pelo menos três epítopos identificados não apresentaram qualquer tipo de mutação, sugerindo que esta molécula apresenta-se moderadamente conservada e deve induzir respostas imunes uniformes nos humanos
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6797
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Genética

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