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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67880

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Título: Efeito do treinamento de força no comportamento da pressão arterial clínica de idosas hipertensas do projeto Vida Ativa da Universidade Federal de Pernambuco
Autor(es): Anjos, Anna Caroline Pereira dos
Palavras-chave: Treinamento de força; Pressão arterial; Hipertensão arterial; Idosas
Data do documento: 9-Dez-2025
Citação: ANJOS, Anna. Efeito do treinamento de força no comportamento da pressão arterial clínica de idosas hipertensas do projeto Vida Ativa da Universidade Federal de Pernambuco. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Educação Física Bacharelado) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: Introdução: A população idosa do sexo feminino e hipertensa tem crescido significativamente no Brasil. A hipertensão é uma doença crônica não transmissível que exige cuidados contínuos, especialmente nessa faixa etária. O treinamento de força destaca-se como uma estratégia não farmacológica eficaz que contribui para o controle da pressão arterial e melhora da qualidade de vida das idosas hipertensas. Objetivo: Analisar o efeito do treinamento de força no comportamento da pressão arterial clínica de idosas hipertensas do Projeto Vida Ativa da Universidade Federal de Pernambuco. Metodologia: Este é um estudo longitudinal, na qual utilizou informações registradas da pressão arterial pré e pós treinamento de força contidos no banco de dados do Projeto Vida Ativa. A amostra consistiu de indivíduos do sexo feminino, hipertensas, medicadas, fisicamente ativas e com idade acima de 60 anos que participaram do programa de treinamento de força do Projeto Vida Ativa no primeiro semestre de 2025. Foram analisados dados sociodemográficos, de saúde e da pressão arterial pré e pós-treinamento de força. Os dados dos testes foram organizados em tabelas e depois foram consolidados para análise. Resultados: Observou-se diminuição da PAS (de 4,5 mmHg entre S1 pré e S24 pós e de 6,5 mmHg dentro da S24) e da PAD (de 0,4 mmHg entre S1 pré e S24 pós e de 2,8 mmHg dentro da S24). No entanto, quando comparadas as sessões analisadas notou-se que não apresentaram diferenças estatísticas significativas (p>0,05) para as PASΔ e PADΔ. Conclusão: O treinamento de força colaborou de forma positiva no controle da PA das participantes, reforçando sua importância como estratégia complementar para a saúde de mulheres idosas hipertensas.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67880
Aparece nas coleções:(TCC) - Educação Física (Bacharelado)

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