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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorGUIMARÃES, Suzano de Aquino-
dc.contributor.authorSILVA, Edelson Ramos Lima da-
dc.date.accessioned2026-01-23T17:26:00Z-
dc.date.available2026-01-23T17:26:00Z-
dc.date.issued2025-12-12-
dc.date.submitted2026-01-15-
dc.identifier.citationSILVA, Edelson Ramos Lima da. A infância é o sono da razão: uma investigação filosófica sobre o ensino de filosofia para crianças a partir de Jean-Jacques Rousseau. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Filosofia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67856-
dc.description.abstractEste trabalho investiga a possibilidade do ensino de filosofia para crianças numa perspectiva contemporânea a partir da concepção de infância elaborada por Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) em Emílio, ou da Educação (1762), expressa na seguinte máxima: “a infância é o sono da razão”. Partindo de uma pesquisa bibliográfica de caráter hermenêutico, investigamos os fundamentos da “educação negativa” rousseauniana, que preconiza o respeito ao desenvolvimento natural da criança e adia a instrução racional e moral em favor de uma formação sensível e experiencial. Em um segundo momento, confrontamos essa visão com a proposta contemporânea de Filosofia para Crianças (FpC), enquanto propõe a prática do filosofar por meio de comunidades de investigação, elaborada por Mathews Lipman, bem como sua recepção no Brasil por Walter Kohan e Maria Reilta Cirino. O estudo demonstra que, embora existam tensões aparentes, como o caráter individualizante do modelo de Rousseau versus o aspecto comunitário da FpC, e a aversão aos livros versus o uso de narrativas, a articulação entre ambos é não apenas possível, mas profundamente fértil. Conclui-se que a metáfora do “sono da razão” não é uma vedação, mas um chamado a um filosofar adequado à infância: um exercício vivo, sensível e não doutrinal, que privilegia a formação do juízo. A FpC, em sua melhor expressão, surge assim como uma contemporização legítima do projeto educacional de Rousseau, operacionalizando em contexto escolar aquele “filosofar como atitude diante do mundo” prenunciado nas experiências do menino Emílio.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectRousseaupt_BR
dc.subjectFilosofia para criançaspt_BR
dc.titleA infância é o sono da razão : uma investigação filosófica sobre o ensino de filosofia para crianças a partir de Jean-Jacques Rousseaupt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0426990641381283pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0169983389537362pt_BR
dc.description.abstractxThis paper investigates the possibility of teaching philosophy to children from a contemporary perspective, based on the conception of childhood elaborated by Jean Jacques Rousseau (1712-1778) in Emile, or On Education (1762), expressed in the following maxim: “childhood is the sleep of reason.” Drawing on a hermeneutical bibliographic study, we examine the foundations of Rousseau’s notion of “negative education,” which advocates respect for the child’s natural development and postpones rational and moral instruction in favor of a sensitive and experiential formation. In a second stage, we confront this view with the contemporary proposal of Philosophy for Children (P4C), conceived by Matthew Lipman, which promotes the practice of philosophizing through communities of inquiry, as well as its reception in Brazil through the works of Walter Kohan and Maria Reilta Cirino. The study demonstrates that, although there are apparent tensions, such as the individualizing character of Rousseau’s model versus the communal aspect of P4C, and his aversion to books versus the use of narratives, the articulation between both approaches is not only possible but profoundly fruitful. It concludes that the metaphor of the “sleep of reason” should not be read as a prohibition, but as a call for a way of philosophizing proper to childhood: a living, sensitive, and non-doctrinal exercise that privileges the formation of judgment. P4C, in its best expression, thus emerges as a legitimate contemporization of Rousseau’s educational project, operationalizing within the school context that “philosophizing as an attitude toward the world” foreshadowed in the experiences of the boy Emile.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Humanas::Filosofiapt_BR
dc.degree.departament::(CFCH-DF) - Departamento de Filosofiapt_BR
dc.degree.graduation::CFCH-Curso de Filosofiapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0006-9197-889Xpt_BR
Aparece en las colecciones: (TCC) - Filosofia (Licenciatura)

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