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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67845

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Título: Nos trilhos da informalidade: uma análise dos trabalhadores ambulantes no metrô do recife
Autor(es): AMORIM, Paulo Victor Lucena de
Palavras-chave: Trabalho; Informalidade; Trabalhadores ambulantes; Metrô do Recife
Data do documento: 23-Fev-2024
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: AMORIM, Paulo Victor Lucena de. Nos trilhos da informalidade: uma análise dos trabalhadores ambulantes no metrô do recife. 2024. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.
Abstract: Essa dissertação tem como objetivo discutir e analisar a informalidade através das percepções e trajetórias laborais dos trabalhadores(as) ambulantes no metrô do Recife. E busca identificar a percepção do trabalho; os múltiplos caminhos e trajetórias de inserção na informalidade e as lutas e os desafios cotidianos da reprodução laboral. Para atingir os objetivos mencionados, o estudo parte do aporte teórico da sociologia do trabalho com viés marxista, retomando discussões como: o conceito da informalidade; a ampliação do desemprego e o processo de precarização e flexibilização do trabalho. Adota-se como aporte metodológico a pesquisa exploratória com um viés qualitativo, inspirado na análise de trajetórias, utilizando como técnica de coletas de dados a revisão bibliográfica, a observação simples e a entrevista semiestruturada. Para análise de dados, utiliza-se a análise de conteúdos, pré-definida em três tópicos-chave: percepção de trabalho, trajetória e reprodução laboral. A partir do debate teórico e da pesquisa empírica, foi possível identificar que a inserção da informalidade e as trajetórias do mercado de trabalho intercruzam em pontos comuns, como o perfil de vulnerabilidade social, baixa escolaridade e pouca especialização profissional, além da questão étnica, etária e de gênero. Assim, a análise demonstra que, à medida que o mercado de trabalho flexibiliza e precariza suas relações, o capitalismo promove novos processos de exclusão, os indivíduos passam a buscar novas alternativas, em vias informais, para sua sobrevivência, reforçando a urgência de políticas públicas que reconheçam e protejam esses trabalhadores.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67845
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