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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67828
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Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | LINS, Carla Patrícia Acioli | - |
| dc.contributor.author | ARAÚJO, Dalila Otilia Sales Santos de | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-23T14:10:48Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-23T14:10:48Z | - |
| dc.date.issued | 2025-12-17 | - |
| dc.identifier.citation | ARAÚJO, Dalila Otilia Sales Santos de. Insurgências do tempo: o cotidiano como potência revolucionária para pensar uma escola menor. 2025. Dissertação (Mestrado em Educação Contemporânea) - Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67828 | - |
| dc.description.abstract | A pesquisa se desenha entre os tempos vividos no/com cotidiano da escola e emergiu do interesse pelas políticas de accountability na educação, que operam como agenciamentos modulando ritmos, organizando corpos e produzindo diferentes mecanismos de captura do tempo na docência. Para tal, o campo problemático da pesquisa tem no tempo um operador de tensão, configurado entre o cronos, que organiza, separa e distribui atividades escolares, e a duração (Bergson, 2022), que acontece como tempo inventivo. Em nosso trajeto ampliado, buscamos cartografar os movimentos de insurgência que emergem da criação de temporalidades em meio às relações e cruzamentos entre as políticas molares e moleculares. Traçamos, assim, trajetos menores para observar os movimentos e encontros que acontecem nos entre lugares, nos intervalos recorrentes entre um tempo e outro; acompanhar os movimentos da gestão em relação ao gerenciamento e captura do tempo, atravessados pela accountability; mapear os efeitos da tentativa de controle e captura do tempo em relação à equipe gestora; perceber as temporalidades que acontecem no cotidiano da escola e seus atravessamentos na/para a equipe gestora. Tomamos a filosofia da diferença como modo de viver, afetar e ser afetado, para perceber como os tempos são experimentados e vividos no/com o cotidiano da escola. Trata-se de uma cartografia rizomática, desenvolvida junto à equipe gestora de uma EREM, localizada no município de Belo Jardim, na qual cartografamos os movimentos e temporalidades utilizando como ferramentas de produção de dados, a escrita narrativa, o diário de campo e as redes de conversações (Ferraço, 2012; 2023b). Em nossos movimentos, percebemos os efeitos da operacionalização das políticas na escola maior, de modo que as demandas intensas de trabalho, prestação de contas, monitoramento e inserção de dados compõem um sistema de controle que reverbera no roubo do tempo. O medo de errar e o cuidado com os dados intensificam o uso do cronos, implicando o endividamento de si, mas também o cuidado com o outro. Notamos um cotidiano vivo, atravessado por diferentes forças e temporalidades que coexistem e podem ser experimentadas de maneiras distintas. Nesse tensionamento entre o tempo da medida e o tempo inventivo, mobilizamos a noção de escola menor (Deleuze; Guattari, 2023), que emerge como força inventiva capaz de criar desvios na dureza das rotinas e agenciamentos políticos, insurgindo e produzindo modos outros de viver e experimentar o tempo. A escola menor acontece como potência revolucionária que insurge no/com cotidiano, onde forças molares, moleculares operam simultaneamente, produzindo brechas e insurgências no tempo. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights.uri | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | pt_BR |
| dc.subject | Gestão escolar | pt_BR |
| dc.subject | Políticas de accountability | pt_BR |
| dc.subject | Tempo duração | pt_BR |
| dc.subject | Escola maior-menor | pt_BR |
| dc.subject | Cotidiano | pt_BR |
| dc.title | Insurgências do tempo: o cotidiano como potência revolucionária para pensar uma escola menor | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/7850857428057811 | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPE | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.degree.level | mestrado | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/1756289961986779 | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pos Graduacao em Educacao Contemporanea / CAA | pt_BR |
| dc.description.abstractx | The research is designed amidst the times lived in/with the school routine and emerged from an interest in accountability policies in education, which operate as agencements (assemblages) modulating rhythms, organizing bodies, and producing different mechanisms for the capture of time in teaching. For this, the problematic field of the research uses time as an operator of tension, configured between chronos, which organizes, separates, and distributes school activities, and duration (Bergson, 2022), which happens as inventive time. In our broader trajectory, we seek to cartograph the movements of insurgency that emerge from the creation of temporalities amid the relations and crossings between molar and molecular policies. We thus trace minor trajectories to observe the movements and encounters that happen in the in-between places, in the recurrent intervals between one time and another; to follow the movements of the administration regarding the management and capture of time, traversed by accountability; to map the effects of the attempt to control and capture time in relation to the management team; and to perceive the temporalities that occur in the school routine and their crossings in/for the management team. We take the philosophy of difference as a way of living, affecting, and being affected, to perceive how times are experienced and lived in/with the school routine. It is a rhizomatic cartography, developed alongside the management team of an EREM (High School with Entrepreneurship Model), located in the municipality of Belo Jardim, in which we cartograph the movements and temporalities using narrative writing, field diary, and conversation networks (Ferraço, 2012; 2023b) as data production tools. In our movements, we perceive the effects of the operationalization of policies in the school, such that the intense demands for work, accountability, monitoring, and data entry compose a control system that reverberates in the theft of time. The fear of making mistakes and the care with data intensify the use of chronos, implying the indebtedness of the self, but also the care for the other. We note a live routine, traversed by different forces and temporalities that coexist and can be experienced in distinct ways. In this tension between the time of measure and inventive time, we mobilize the notion of the minor school (Deleuze; Guattari, 2023), which emerges as an inventive force capable of creating detours in the harshness of routines and political agencements, insurging and producing other ways of living and experiencing time. The minor school happens as a revolutionary potential that insurges in/with the routine, where molar and molecular forces operate simultaneously, producing gaps and insurgencies in time. | pt_BR |
| dc.contributor.authorORCID | https://orcid.org/0009-0003-3462-1497 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorORCID | https://orcid.org/0000-0001-6941-4656 | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Dissertações de Mestrado - Educação Contemporânea / CAA | |
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|---|---|---|---|---|
| DISSERTAÇÃO Dalila Otilia Sales Santos de Araujo.pdf | 7.75 MB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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