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Título : Educação em Ciências, sustentabilidade e Inteligência Artificial: os conceitos do chatbot ChatGPT sobre Desenvolvimento Sustentável
Autor : FRANÇA, Heitor Ayres Belo
Palabras clave : Educação em Ciências; Inteligência Artificial; Educação Sustentável; Sustentabilidade
Fecha de publicación : 30-jun-2025
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : FRANÇA, Heitor Ayres Belo. Educação em Ciências, sustentabilidade e Inteligência Artificial: os conceitos do chatbot ChatGPT sobre Desenvolvimento Sustentável. 2025. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Resumen : As Inteligências Artificiais Generativas são sistemas de redes neurais complexas, capazes de desenvolver mídias textuais ou visuais a partir de prompts, comandos realizados pelo usuário. Essas IAs (Inteligências Artificiais) se diferenciam das utilizadas anteriormente por possuírem capacidade de gerar conteúdo a partir de uma biblioteca de conhecimentos inserida nele por seus desenvolvedores, além de ser capaz de buscar informações em tempo real na internet. Entende-se, portanto, que esses sistemas possuem vieses, e seus conceitos não são politicamente neutros, como muitos acreditam. Essa falsa neutralidade faz a população em geral acreditar que as IAs podem ser utilizadas sem o crivo humano, o que resulta em textos confusos e enviesados. Levando em consideração essa falsa neutralidade, o presente trabalho tem como objetivo avaliar quais conceitos de sustentabilidade são sustentados pela IAG (Inteligência Artificial Generativa) mais conhecida e popular atualmente: o ChatGPT, da empresa OpenAI. Com esse objetivo geral, visa também entender as diferenças das respostas entre versões do ChatGPT; entender o papel da contextualização no recebimento de respostas mais aprofundadas; e avaliar se essa utilização pode ser viável por estudantes. A partir da aplicação de um questionário, uma entrevista semiestruturada e da reaplicação do questionário, é possível avaliar como os diferentes modelos – uma versão grátis, uma versão paga e uma versão grátis com o contexto da pesquisa – interagem com o usuário, e como os conteúdos mudam entre cada uma das versões. Dentro da entrevista, todas tiveram respostas superficiais nas perguntas iniciais, e as versões paga e contextualizada desenvolveram respostas mais aprofundadas de conteúdo ao longo da entrevista. A pesquisa chega à conclusão de que o chatbot é uma ferramenta robusta capaz de auxiliar tanto estudantes quanto professores em sala de aula, e que a contextualização e o uso da ferramenta de forma apropriada é mais importante do que a versão premium do modelo.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67825
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Educação

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