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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6765
Título: Avaliação de um teste ELISA recombinante para diagnóstico da doença de Chagas em bancos de sangue
Autor(es): Maria Barros da Rocha, Wandeje
Palavras-chave: Proteina;Doença de chagas
Data do documento: 2002
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Maria Barros da Rocha, Wandeje; Paes de Andrade, Paulo. Avaliação de um teste ELISA recombinante para diagnóstico da doença de Chagas em bancos de sangue. 2002. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Genética, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2002.
Resumo: O emprego de dois testes sorodiagnósticos para a doença de Chagas é obrigatório para toda triagem sorológica de doadores em Bancos de Sangue, mas os disponíveis atualmente só utilizam extratos totais, frações semipurificadas ou purificadas das formas epimastigotas e possuem uma considerável variação na reprodutibilidade e na confiabilidade, principalmente devido às reações cruzadas ou à padronização dos reagentes. Desta forma, recomenda-se o uso de antígenos recombinantes, que podem contribuir para aumentar a sensibilidade e a especificidade do ensaio, além de reduzir custos. Comparamos os resultados obtidos com as três metodologias usadas na Fundação Hemope: a HAI e o ELISA, empregados na triagem, e a IFI, empregada como teste confirmatório com o ELISA recombinante in-house preparado com o antígeno DH-1D. A comparação foi realizada com 298 soros (positivos, indeterminados ou negativos) obtidos dos doadores após a realização do teste confirmatório. O rec ELISA quando comparado com o conjunto diagnóstico da Organon, apresentou uma sensibilidade ligeiramente maior de 97% enquanto no outro a sensibilidade foi de 95%. Quando comparado com o conjunto diagnóstico da Gull, apresentou uma sensibilidade bem menor de 88% enquanto no outro a sensibilidade foi de 95%. Como nesse estudo, o ELISA rec não apresentou resultados muito superiores aos conjuntos diagnósticos comerciais, que possuem resultados muito discordantes entre si, continuaremos aprimorando o nosso antígeno recombinante isoladamente ou utilizando juntamente com outros que já possuímos. Os dados da HAI não foram utilizados porque apresentaram resultados muito discordantes. E com relação a IFI, podemos dizer que apesar da sensibilidade e da especificidade serem consideradas elevadas, na prática, esse teste não é adequado para ser usado como confirmatório e conseqüentemente não pode ser considerado o teste gold standard
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6765
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Genética

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