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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67635

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Título: Perfil de segurança toxicológica do gênero Spondias em toxicidade aguda: uma revisão integrativa
Autor(es): NASCIMENTO, Ana Catherine Neves do
Palavras-chave: Cajá; Umbu; Toxicidade; Roedores; DL50
Data do documento: 18-Dez-2025
Citação: NASCIMENTO, Ana Catherine Neves do. Perfil de segurança toxicológica do gênero Spondias em toxicidade aguda: uma revisão integrativa. 2025. 34 f. TCC (Graduação) - Curso de Nutrição, Departamento de Nutrição, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: Os distúrbios metabólicos, como obesidade, resistência à insulina, diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia e hipertensão arterial revelam um crescente desafio para a saúde pública. Diante da limitação da eficácia dos fármacos, frutas e plantas do gênero Spondias vem sendo estudadas por possuírem compostos bioativos que podem atuar na modulação do metabolismo energético, na redução da inflamação, na melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, contudo podem apresentar efeitos tóxicos, sendo necessário avaliar a segurança do uso. Essa revisão narrativa de literatura teve como objetivo investigar na literatura o perfil de segurança toxicológica e os valores de dose letal média (DL50) dos extratos de diferentes espécies do gênero Spondias administrados por via oral em roedores. A busca foi conduzida nas bases de dados Medline/Pubmed, LILACS, Web of Science, EMBASE, SCOPUS e Single via Open Gray, selecionando artigos que investigaram toxicidade aguda em roedores conforme diretrizes OECD. Foram incluídos onze estudos que utilizaram espécies como S.pinnata, S.mombin, S. venulosa e S. tuberosa, com diferentes partes da planta e diferentes métodos de extração. A maioria relatou ausência de sinais clínicos de toxicidade ou mortalidade mesmo em doses- limite de 2000 mg/Kg, sugerindo baixa toxicidade aguda e DL50 superior a esse valor, apenas um estudo, com extrato aquoso de folhas de S. mombin, indicou toxicidade moderada DL50 de 800 mg/Kg. As diferenças observadas entre os estudos podem estar relacionadas ao tipo de solvente, parte da planta utilizada, técnica de extração e variáveis metodológicas. Logo, a maioria os extratos do gênero Spondias demonstraram baixa toxicidade, apresentando resultados favoráveis de segurança em teste de toxicidade aguda.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67635
Aparece nas coleções:(TCC) - Nutrição

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