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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67551

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Título: QUALIDADE DO SONO EM MULHERES PRATICANTES DO TREINAMENTO FUNCIONAL DE ALTA INTENSIDADE TIPO CROSSFIT: UM ESTUDO TRANSVERSAL
Autor(es): ROSA, Letícia Andrade Monteiro
Palavras-chave: CrossFit; Mulheres; Qualidade do sono; Treinamento Intervalado de Alta Intensidade
Data do documento: 18-Dez-2025
Citação: ROSA, Letícia Andrade Monteiro. Qualidade do sono em mulheres praticantes do treinamento funcional de alta intensidade tipo Crossfit: um estudo transversal. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Fisioterapia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: Objetivo: A literatura ainda apresenta divergências sobre a influência dos exercícios vigorosos no sono das mulheres. Assim, o objetivo deste estudo foi descrever a qualidade do sono em mulheres praticantes do treinamento funcional de alta intensidade (TFAI), tipo CrossFit. Método: estudo transversal, com pessoas do sexo feminino, entre 18 e 45 anos, que praticam o CrossFit há, no mínimo, 6 meses e, pelo menos, duas vezes na semana. Para caracterizar a amostra da pesquisa utilizou-se um formulário de anamnese colhendo dados sociodemográficos, antropométricos, sexuais e reprodutivos, do exercício físico e de hábitos de vida e, para mensurar a qualidade do sono, o Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh (IQSP). Resultados: em uma amostra de 275 voluntárias (idade mediana de 35 anos e prevalência de classe média-alta), 45,8% apresentaram má qualidade do sono (escore global do IQSP > 5), com mediana do escore de 5 (IIQ: 3,5 - 6,5). A prevalência foi inferior à da população brasileira geral. A latência do sono foi o componente mais comprometido (34,9% com dificuldade para iniciar o sono). A frequência semanal mediana de CrossFit foi de 5 dias, o tempo mediano de treino foi de 1 hora e o de prática foi 36 meses. Conclusão: o estudo descreve boa qualidade do sono da amostra de acordo com o IQSP, porém a semelhante proporção entre as classificações revela uma fronteira tênue. Assim, o resultado positivo não deve mascarar o percentual expressivo de mulheres que relataram prejuízos no sono, destacando a necessidade de atenção a esse aspecto.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67551
Aparece nas coleções:(TCC) - Fisioterapia

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