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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67507

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Title: Conservação do colágeno em dentes suínos (Sus scrofa domesticus) após 30 dias de enterramento e queima: um estudo experimental
Authors: GUERRA, Vanessa Fernanda Alexandre Madeiro
Keywords: Tafonomia; Bioerosão; Colágeno; Queima; Enterramento
Issue Date: 11-Dec-2025
Citation: GUERRA, Vanessa. Conservação do colágeno em dentes suínos (Sus scrofa domesticus) após 30 dias de enterramento e queima: um estudo experimental . 2025. 1 0 7 páginas.Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina)– Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: O dente é um material resistente devido a sua composição de matriz inorgânica (hidroxiapatita) e pela matriz orgânica, na qual o principal constituinte é o colágeno tipo I. Este é sucetível a processos de degradação. Devido à resistência a processos post-mortem, o tecido dentário é amplamente utilizado na ciência forense e arqueológica. A tafonomia estuda alterações post-mortem, sendo a ação microbiana o principal fator de degradação.O objetivo deste estudo foi utilizar análises microscópicas e outras metodologias para identificar a degradação do colágeno e alterações na microestrutura de dentes de Sus scofra domesticus submetidos a cenários tafonômicos distintos (queima e enterramento). As amostras foram divididas em grupos controle e experimentais, submetidos a queima (100ºC,30 minutos após análise TGA prévia), enterramento (30 dias em solo arenoso e argiloso) e a combinação de ambos. Os resultados da análise termogravimétrica estabeleceram a faixa crítica de degradação do colágeno, confirmando que o pico máximo de decomposição é de 341,17ºC, valor que inicia a fragilização macroscópica. A análise microscópica (HE) revelou que o dano térmico causou condensação das fibras colágenas na dentina e o enterramento induziu aspecto poroso no cemento, compatível com o estágio inicial de bioerosão. A avaliação dimensional demonstrou que, os dentes íntegros mantiveram a estabilidade, enquanto os submetidos à queima apresentou fragilidade e se tornaram vulneráveis ao ambiente. Houve alterações significativas nas dimensões do grupo queimado e enterrado, em especial no solo argiloso, devido à sua alta retenção de umidade e re-hidratação. Conclui-se que o grau de conservação do colágeno é o indicador mais sensível para a interpretação de eventos post-mortem, sendo o dano térmico o fator que acelera a degradação diagenética no ambiente.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67507
Appears in Collections:(CB - BM) - TCC - Biomedicina

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