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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67503

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Título: Evasão do sexo feminino nas aulas de Educação Física nos anos finais do ensino fundamental
Autor(es): COSTA, Maria Grasiela Cabral da
Palavras-chave: sexismo;; barreiras de gênero;; exercício físico;; meninas.
Data do documento: 12-Dez-2025
Citação: COSTA, Maria Grasiela Cabral da. Evasão do sexo feminino nas aulas de Educação Física nos anos finais do ensino fundamental. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Educação Física) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: A participação nas aulas de Educação Física é essencial para a saúde física, emocional e social dos estudantes por contribuir para a prevenção de perdas funcionais ao longo da vida e para a redução de sintomas de ansiedade e depressão. Apesar desses benefícios, estudos indicam que as meninas tendem a se envolver menos nas aulas de Educação Física, logo essa baixa participação pode favorecer o sedentarismo e como consequência, aumentar o risco de doenças associadas a hábitos de vida pouco ativos. Desta forma, o estudo buscou identificar quais são os motivos que levam à evasão das meninas dos anos finais do Ensino Fundamental nas aulas de Educação Física e investigar se há outros interesses das meninas nas atividades de Educação Física. A pesquisa foi realizada no Colégio da Polícia Militar de Pernambuco, com 142 estudantes do 8º e 9º anos (71 meninas e 71 meninos). Os dados foram coletados por meio de um questionário on-line composto por dez perguntas sobre interesses, percepções e condições das aulas de Educação Física. As análises foram realizadas no software Jamovi utilizando o teste de Independência do Qui-Quadrado (χ²) para verificar associações entre sexo e padrões de resposta. Logo, observaram-se diferenças estatisticamente significativas entre meninos e meninas nas perguntas sobre participação, motivação, gosto pelas aulas e impacto de comentários ou atitudes negativas, sendo as meninas menos motivadas, menos participativas e mais afetadas por situações constrangedoras. Entretanto, não houve diferença significativa quanto ao incentivo docente, influência das mudanças corporais, vestimenta e didática. Portanto, a menor participação das meninas não está relacionada à falta de interesse pela prática corporal, mas sim ao ambiente escolar permeado por estereótipos de gênero e experiências negativas que impactam sua confiança e motivação. Assim, práticas pedagógicas mais diversificadas, inclusivas e acolhedoras são fundamentais para ampliar o engajamento feminino e garantir que as alunas ocupem com segurança e pertencimento os espaços da Educação Física escolar.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67503
Aparece nas coleções:(TCC) - Educação Física (Licenciatura)

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