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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67494

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Título: Estudo de casos de carcinoma espinocelular oral em pacientes jovens
Autor(es): RAMOS, Maria Gabriella de Lira
Palavras-chave: Epidemiologia; Neoplasias bucais; Adultos jovens
Data do documento: 1-Dez-2025
Citação: RAMOS, Maria Gabriella de Lira. Estudo de casos de carcinoma espinocelular oral em pacientes jovens. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Odontologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: O carcinoma espinocelular oral (CEO) representa mais de 90% do total de neoplasias malignas que afetam a boca, o que corresponde, portanto, à maioria dos casos. A prevalência é maior em pacientes, a partir da quinta década de vida, com algum fator de risco associado, principalmente o uso do tabaco. Porém, tem-se observado a incidência crescente de casos desta doença em jovens. Esta pesquisa buscou estudar os casos de CEO em pacientes jovens enviados ao Laboratório de Histopatologia Oral da UFPE. Foram analisados todos os casos diagnosticados em um serviço de histopatologia oral em pacientes com até 45 anos, durante o período compreendido entre 06 de agosto de 1991 até 30 de junho de 2025. Dos 34 casos analisados, a média de idade foi de 37,79 anos, com proporção equilibrada entre os sexos. As localizações mais comuns foram língua, lábio, assoalho bucal e mucosa jugal, com um tempo médio de evolução de 8,7 meses e concordância em 55,88% dos casos entre diagnóstico clínico e histológico. Em 79,41% dos casos, foi realizada biópsia incisional e em 14,70% dos casos, optou-se pela biópsia excisional. A partir dos resultados levantados, é possível confirmar a menor predominância de casos nessa faixa etária, fato que pode explicar a discreta concordância entre diagnóstico clínico e histopatológico, uma vez que o CEO apresenta um perfil epidemiológico bem definido na literatura, que induz o profissional a descartar essa hipótese diagnóstica. Contudo, a tendência observada ao longo dos anos reforça a necessidade de uma avaliação clínica atenciosa de quaisquer lesões suspeitas e da realização da biópsia incisional para diagnóstico histopatológico.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67494
Aparece nas coleções:(TCC) - Odontologia

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