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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6744
Título: Avaliação do processo de adsorção da microcistina-LR por carvão ativado
Autor(es): Wagner Sampaio da Silva, Paulo
Palavras-chave: Cianobactérias; microcistina-LR; Carvão Ativado; Adsorção
Data do documento: 2005
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Wagner Sampaio da Silva, Paulo; Fernanda Pimentel, Maria. Avaliação do processo de adsorção da microcistina-LR por carvão ativado. 2005. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2005.
Resumo: Em virtude do aumento do número de relatos de intoxicações agudas e crônicas, tanto de animais como em seres humanos, por toxinas produzidas por cianobactérias presentes na água, já existe uma grande preocupação por parte das companhias responsáveis pelo tratamento e distribuição de água potável. A aplicação do processo de adsorção por carvão ativado em sistemas de tratamento de água vem sendo largamente utilizado para a remoção de contaminantes específicos. Neste trabalho analisou-se a eficiência na adsorção da toxina microcistina-LR, a mais comumente encontrada em todo o mundo, em água purificada, por carvões ativados em pó (CAPs) produzidos a partir de resíduos agrícolas e/ou rejeitos industriais (mesocarpo do coco verde, bagaço da cana-de-açúcar, endocarpo do coco verde e resíduo têxtil). O carvão produzido a partir do mesocarpo do coco verde apresentou melhores características adsortivas, avaliadas pela área de BET, número de iodo e índice de azul de metileno. Com este carvão foi avaliada a evolução cinética e construída a isoterma de adsorção da microcistina-LR. O modelo de Langmuir aplicado aos dados na modelagem cinética apresentou resultados satisfatórios para a hipótese de um modelo de 1º ordem e as isotermas apresentaram um comportamento do Tipo I, atingindo o equilíbrio em 120 h. A capacidade máxima adsortiva encontrada do CA do mesocarpo do coco verde foi de 69,9 mgg-1, o que mostra uma boa capacidade de adsorção quando comparada a outros adsorventes citados na literatura
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6744
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Engenharia Química

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