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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67412
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| Title: | O brincar no espaço-tempo da educação infantil: o que dizem os docentes e suas práticas? |
| Authors: | SALES, Darlison José da Silva |
| Keywords: | Brincar; Cartografia; Criança; Educação Infantil; Infância; Prática Docente |
| Issue Date: | 17-Dec-2025 |
| Citation: | SALES, Darlison José da Silva. O brincar no espaço-tempo da educação infantil: o que dizem os docentes e suas práticas? 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Pedagogia - Licenciatura) - Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, 2025. |
| Abstract: | O estudo buscou cartografar junto a duas docentes da Educação Infantil como o brincar é experienciado, se produz, se inventa e se problematiza em suas práticas e dizeres docentes. Nos encaminhamos a partir de uma pesquisa de abordagem qualitativa, com inspiração cartográfica, que foi realizada em um CMEI da cidade de Caruaru–PE, e, nesse percurso cartógrafo, nos dispomos a acompanhar os dizeres, gestos e práticas cotidianas dos docentes, registrando-os por meio de observações, anotações no diário de campo e conversas informais. Para nos ajudar a compor esse movimento, nos aproximamos de alguns intercessores teóricos que nos ajudam a pensar acerca da infância, como Kohan (2003), da cultura lúdica e do gesto de brincar a partir de Brougère (1998), Kishimoto (2010) e Lopes e Corrêa (2014) e também da prática docente conforme dialogam Melo (2014) e Franco (2012). Assim, nos deslocamos a pensar o brincar enquanto uma linguagem das crianças, das infâncias e como direito que está assegurado por documentos legais, oficiais e normativos, como a BNCC. Diante desses acompanhamentos, observou-se que as docentes reconhecem o brincar como importante para a criança, o entendem como forma de expressão, interação e aprendizagem, incorporando-o às rotinas, tempos e espaços do CMEI. Contudo, também nos dizem sobre desafios estruturais, como limitações físicas e organização do tempo regida pela lógica cronológica, que impactam a experiência do brincar. As práticas observadas por sua vez, nos dizem, em diferentes modos, a existência de movimentos de resistência, invenção e criação, nos quais as docentes se colocam como mediadoras e “brincantes”, potencializando o encontro entre crianças, infâncias e experiências. Entendemos assim, que o brincar é um eixo potente e de direito da criança, do seu desenvolvimento que deve ser garantido como prática ética, política e pedagógica, cuja centralidade depende tanto das condições institucionais quanto das escolhas e sensibilidades docentes e que (re)inventa-se a todo momento. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67412 |
| Appears in Collections: | TCC - Pedagogia - Licenciatura |
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