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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67412

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorSALLES, Conceição Gislane Nóbrega Lima de-
dc.contributor.authorSALES, Darlison José da Silva-
dc.date.accessioned2026-01-06T15:13:32Z-
dc.date.available2026-01-06T15:13:32Z-
dc.date.issued2025-12-17-
dc.date.submitted2026-01-04-
dc.identifier.citationSALES, Darlison José da Silva. O brincar no espaço-tempo da educação infantil: o que dizem os docentes e suas práticas? 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Pedagogia - Licenciatura) - Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67412-
dc.description.abstractO estudo buscou cartografar junto a duas docentes da Educação Infantil como o brincar é experienciado, se produz, se inventa e se problematiza em suas práticas e dizeres docentes. Nos encaminhamos a partir de uma pesquisa de abordagem qualitativa, com inspiração cartográfica, que foi realizada em um CMEI da cidade de Caruaru–PE, e, nesse percurso cartógrafo, nos dispomos a acompanhar os dizeres, gestos e práticas cotidianas dos docentes, registrando-os por meio de observações, anotações no diário de campo e conversas informais. Para nos ajudar a compor esse movimento, nos aproximamos de alguns intercessores teóricos que nos ajudam a pensar acerca da infância, como Kohan (2003), da cultura lúdica e do gesto de brincar a partir de Brougère (1998), Kishimoto (2010) e Lopes e Corrêa (2014) e também da prática docente conforme dialogam Melo (2014) e Franco (2012). Assim, nos deslocamos a pensar o brincar enquanto uma linguagem das crianças, das infâncias e como direito que está assegurado por documentos legais, oficiais e normativos, como a BNCC. Diante desses acompanhamentos, observou-se que as docentes reconhecem o brincar como importante para a criança, o entendem como forma de expressão, interação e aprendizagem, incorporando-o às rotinas, tempos e espaços do CMEI. Contudo, também nos dizem sobre desafios estruturais, como limitações físicas e organização do tempo regida pela lógica cronológica, que impactam a experiência do brincar. As práticas observadas por sua vez, nos dizem, em diferentes modos, a existência de movimentos de resistência, invenção e criação, nos quais as docentes se colocam como mediadoras e “brincantes”, potencializando o encontro entre crianças, infâncias e experiências. Entendemos assim, que o brincar é um eixo potente e de direito da criança, do seu desenvolvimento que deve ser garantido como prática ética, política e pedagógica, cuja centralidade depende tanto das condições institucionais quanto das escolhas e sensibilidades docentes e que (re)inventa-se a todo momento.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectBrincarpt_BR
dc.subjectCartografiapt_BR
dc.subjectCriançapt_BR
dc.subjectEducação Infantilpt_BR
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectPrática Docentept_BR
dc.titleO brincar no espaço-tempo da educação infantil: o que dizem os docentes e suas práticas?pt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1312958195804318pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8110858923692305pt_BR
dc.description.abstractxThe study sought to cartographically map, together with two Early Childhood Education teachers, how play is experienced, produced, invented, and problematized within their teaching practices and discourses. The research was conducted from a qualitative approach, with cartographic inspiration, and took place in a Municipal Early Childhood Education Center (CMEI) in the city of Caruaru, Pernambuco, Brazil. Along this cartographic path, we set out to follow the teachers’ statements, gestures, and everyday practices, recording them through observations, field diary notes, and informal conversations. To help compose this movement, we engaged with several theoretical interlocutors who support reflections on childhood, such as Kohan (2003); on play culture and the act of playing, drawing on Brougère (1998), Kishimoto (2010), and Lopes and Corrêa (2014); and on teaching practice, in dialogue with Melo (2014) and Franco (2012). Thus, we were led to conceive play as a language of children and childhoods, as well as a right ensured by legal, official, and normative documents, such as the National Common Curricular Base (BNCC). Based on these follow-ups, it was observed that the teachers recognize play as important for children, understanding it as a form of expression, interaction, and learning, and incorporating it into the routines, times, and spaces of the CMEI. However, they also point to structural challenges, such as physical limitations and time organization governed by a chronological logic, which impact the experience of play. The observed practices, in turn, reveal— in different ways— the existence of movements of resistance, invention, and creation, in which teachers position themselves as mediators and “players,” enhancing encounters among children, childhoods, and experiences. We therefore understand play as a powerful axis and a right of the child, fundamental to their development, which must be guaranteed as an ethical, political, and pedagogical practice, whose centrality depends both on institutional conditions and on teachers’ choices and sensitivities, and which is constantly (re)invented.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Humanaspt_BR
dc.degree.departament::(CAA-ND) - Núcleo de Design e Comunicaçãopt_BR
dc.degree.graduation::CAA-Curso de Graduação em Pedagogiapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localCaruarupt_BR
Aparece en las colecciones: TCC - Pedagogia - Licenciatura

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