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Título : Repercussões a longo prazo do consumo de ômega-3 perinatal associado à dieta hiperlipídica sobre o fígado e tecido adiposo epididimal da prole de ratas
Autor : SILVA, Emerson Jose da
Palabras clave : programação metabólica; ácidos graxos saturados; ômega-3
Fecha de publicación : 10-dic-2025
Citación : SILVA, Emerson Jose da. Repercussões a longo prazo do consumo de ômega-3 perinatal associado à dieta hiperlipídica sobre o fígado e tecido adiposo epididimal da prole de ratas. 2025. 84 f. TCC (Graduação) - Curso de Nutrição, Centro Acadêmico de Vitória, Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, 2025.
Resumen : A transição nutricional tem favorecido o aumento do consumo de dietas hiperlipídicas (DH) ricas em gorduras saturadas, este cenário tem contribuído significativamente para o avanço das condições crônicas de saúde em escala global. O ômega-3 (ω-3) é reconhecido por sua ação anti-inflamatória, especialmente por meio da modulação da resposta inflamatória. Assim, este estudo avaliou os impactos da dieta materna hiperlipídica e do enriquecimento com ω-3 sobre o fígado e o tecido adiposo epididimal (TAE) da prole de ratos aos 90 e 300 dias de vida, por meio de análises histológicas e de marcadores de estresse oxidativo e defesa antioxidante. Assim, Ratas Wistar foram separadas em três grupos após prenhez, de acordo com a dieta durante gestação e lactação: C (Controle, 19% lipídios – Lp), HL (Hiperlipídica rica em AGS, 33% lipídios) e HLω3 (Hiperlipídica rica em AGS, 33% lipídios, com Eω3). Avaliou-se na prole, o peso e histologia do fígado e TAE e a expressão gênica por RT-PCR da Catalase (CAT) e Fator Nuclear Eritróide 2 (NFE2) no fígado. Os protocolos foram aprovados pelo CEUA de no 23076.049500/2016-37. Os resultados mostraram que o peso absoluto do fígado e do TAE não diferiu entre os grupos aos 90 e 300 dias. Contudo, aos 90 dias, o peso relativo do TAE foi maior no grupo HLω3 em comparação ao C, diferença que não se manteve aos 300 dias. Na qRT-PCR em tempo real não foram constatadas diferenças significativas entre os grupos para CAT e NFE2. A análise histológica aos 90 dias revelou que os grupos HL e HLω3 apresentaram maior número de hepatócitos, enquanto apenas o grupo HL exibiu aumento na quantidade de células binucleadas. Observou-se ainda que a área dos hepatócitos foi maior no grupo HL e reduzida no grupo HLω3, em relação ao C. O grupo HL também apresentou maior número de células de Kupffer, ao passo que a quantidade de células endoteliais não variou entre os grupos. No TAE, o grupo HL mostrou adipócitos com área média maior que os grupos C e HLω3, caracterizando hipertrofia. Aos 300 dias, não foram identificadas diferenças significativas nas avaliações hepáticas ou do TAE na Histologia. Os resultados indicam que a dieta materna hiperlipídica no período perinatal pode provocar alterações morfológicas na prole, como hipertrofia dos adipócitos e alterações hepáticas. O enriquecimento com ω-3 apresentou efeito protetor a médio prazo, prevenindo alterações histopatológicas no TAE e no fígado, sem efeitos significativos a longo prazo.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67385
Aparece en las colecciones: (CAV) TCC - Nutrição

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