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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67317

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Título : Influência do polimorfismo na região promotora do gene metaloproteinase 3 (MMP-3/-1171 5A/6A) em pacientes com esquistossomose forma hepatoesplênica em Pernambuco
Autor : SILVA, Diogo Luiz Bacelar da
Palabras clave : Esquistossomose Mansoni; fibrose periportal; polimorfismo genético; metaloproteinases da matriz; metaloproteinase da matriz 3
Fecha de publicación : 6-ago-2025
Citación : SILVA, Diogo Luiz Bacelar da. Influência do polimorfismo na região promotora do gene metaloproteinase 3 (MMP-3/-1171 5A/6A) em pacientes com esquistossomose forma hepatoesplênica em Pernambuco. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Enfermagem) – Universidade Federal de Pernambuco, Centro Acadêmico da Vitória, Vitória de Santo Antão, 2025.
Resumen : A esquistossomose mansoni (EM) manifesta-se em diferentes formas clínicas, determinadas principalmente pela intensidade da fibrose periportal (FPP), sendo a forma hepatoesplênica a mais grave. A FPP decorre de respostas inflamatórias induzidas pelos ovos do Schistosoma mansoni no espaço portal, processo no qual as metaloproteinases de matriz (MMPs) exercem papel central. Polimorfismos nesses genes podem alterar o equilíbrio entre produção e degradação da matriz extracelular, interferindo no padrão de fibrose periportal (FPP). O objetivo deste estudo foi investigar a relação entre o polimorfismo na região promotora do gene da metaloproteinase-3 (MMP-3 -1171 5A/6A) e a presença de FPP avançada (padrão E) e muito avançada (padrão F) em indivíduos com a forma hepatoesplênica da EM no estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil. Trata-se de um estudo transversal analítico, envolvendo 123 pacientes de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 18 anos. Foram utilizados dados epidemiológicos, clínicos e imunogenéticos, além de amostras provenientes de um biorrepositório. A genotipagem foi realizada por meio da reação em cadeia da polimerase, seguida da análise de polimorfismo de comprimento de fragmentos de restrição com a enzima PsyI. Não foi observada associação entre o genótipo 6A6A do polimorfismo MMP-3 (-1171 5A/6A) e os diferentes padrões de FPP, quando comparado aos genótipos 5A6A e 5A5A. O genótipo homozigoto 5A5A mostrou-se o mais frequente na amostra, seguido do genótipo heterozigoto 5A6A. Em síntese, os achados indicam que o polimorfismo MMP-3 (-1171 5A/6A) não está associado à gravidade da FPP nos estágios avançado e muito avançado, embora o genótipo selvagem 5A5A tenha sido predominante nessa população brasileira.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67317
Aparece en las colecciones: (CAV) TCC - Enfermagem

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