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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67223

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorREESINK, Misia Lins Vieira-
dc.contributor.authorSILVA, Carlos Sérgio Mendes da-
dc.date.accessioned2025-12-17T13:27:22Z-
dc.date.available2025-12-17T13:27:22Z-
dc.date.issued2025-09-24-
dc.identifier.citationSILVA, Carlos Sérgio Mendes da. Quando a morte não é o fim: transitando por entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos. 2025. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67223-
dc.description.abstractEsta dissertação é resultado de pesquisa etnográfica realizada no Centro Espírita – União Espírita Caminho da Luz (Uniluz), na cidade do Recife, tomando como ponto de partida o conceito central na doutrina espírita de que a morte é apenas uma passagem do mundo material para o mundo espiritual, onde busquei demonstrar como o corpo doutrinário ancorado nos escritos deixados por Allan Kardec, os rituais vividos e as relações estabelecidas na prática cotidiana dos espíritas, se intersecionam entre si e com o fiel seguidor, de modo a construir mais que um estatuto dogmático de crença, mas um sujeito espírita que se localiza no mundo a partir desta cosmovisão de que a morte não é o fim. Proponho uma análise que ultrapasse os pressupostos dogmáticos da cosmologia espírita, como desencarnação e reencarnação, primazia do Espírito sobre a matéria, comunicação com os mortos e fenômenos mediúnicos, mas observar como estes elementos perpassam o discurso, as práticas, as motivações e emoções dos sujeitos que buscam a Casa Espírita, de modo que se constrói um ser ontológico que não somente abraça uma crença, mas transforma seus modos de estar no mundo convicto de que “a morte não é o fim”.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectMortept_BR
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subjectEspiritismopt_BR
dc.titleQuando a morte não é o fim: transitando por entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortospt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2277581637771050pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2277581637771050pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Antropologiapt_BR
dc.description.abstractxThis dissertation is the result of ethnographic research conducted at the Spiritist Center – União Espírita Caminho da Luz (Uniluz), in the city of Recife, taking as its starting point the central concept in Spiritist doctrine that death is merely a passage from the material world to the spiritual world, where I sought to demonstrate how the doctrinal body anchored in the writings left by Allan Kardec, the rituals experienced, and the relationships established in the daily practice of Spiritists intersect with each other and with the faithful follower, in order to construct more than a dogmatic statute of belief, but a Spiritist subject who locates himself in the world based on this worldview that death is not the end. I propose an analysis that goes beyond the dogmatic assumptions of Spiritist cosmology, such as discarnation and reincarnation, the primacy of Spirit over matter, communication with the dead, and mediumistic phenomena, but to observe how these elements permeate the discourse, practices, motivations, and emotions of the subjects who seek out Spiritist centers, so that an ontological being is constructed that not only embraces a belief, but transforms their ways of being in the world, convinced that “death is not the end.”pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Antropologia

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