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Título : Avaliação do conhecimento histórico escolar: desafios e possibilidades para romper com as práticas avaliativas excludentes no Ensino Médio da rede estadual de ensino de Pernambuco
Autor : FREITAS, Dayvison da Silva
Palabras clave : Ensino de História; Avaliação; Ensino Médio
Fecha de publicación : 26-ago-2025
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : FREITAS, Dayvison da Silva. Avaliação do conhecimento histórico escolar: desafios e possibilidades para romper com as práticas avaliativas excludentes no Ensino Médio da rede estadual de ensino de Pernambuco. 2025. Dissertação (Mestrado em Ensino de História) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Resumen : Esta pesquisa analisa como professores de História do ensino médio compreendem e aplicam a avaliação da aprendizagem, considerando as teorias pedagógicas e as políticas educacionais vigentes. O foco está nas tensões entre práticas avaliativas tradicionais, de caráter classificatório, e abordagens formativas que visam à promoção de uma educação democrática e à valorização da autonomia discente, especialmente em contextos populares. A investigação parte da seguinte questão central: de que modo a avaliação pode ser ressignificada como instrumento qualitativo, contribuindo efetivamente para a construção do conhecimento? Para responder a isso, o estudo se fundamenta em autores como Luckesi (2011), Andrade e Caimi (2013), Esteban (2007; 2014) e Afonso (2014), que discutem as bases teóricas, políticas e epistemológicas da avaliação educacional e do ensino de História. A metodologia adotada é de caráter empírico, com aplicação de questionários semiestruturados a professores de escolas de referência da Gerência Regional de Ensino (GRE) Recife Sul. A análise dessas respostas permite identificar concepções docentes sobre avaliação e sua relação com os desafios do ensino histórico contemporâneo. Na etapa final, a pesquisa adquire uma dimensão propositiva ao articular os achados teóricos e empíricos na elaboração de critérios para o uso de questões objetivas com viés formativo. Baseando-se na ideia de avaliação como instrumento de coleta de dados voltado à aprendizagem (Luckesi, 2011), discute-se a superação de práticas excludentes marcadas por “arbitrário cultural” e “violência simbólica” (Bourdieu e Passeron, 1992), propondo alternativas por meio do “hibridismo pedagógico” (Mugnaini e Pintassilgo, 2024) e da perspectiva da Educação Popular (Esteban e Fetzner, 2015). Conclui-se que é possível ressignificar a avaliação no ensino de História mas, para isso, é fundamental que os professores repensem o uso de instrumentos avaliativos, abandonando lógicas punitivas em favor de estratégias que promovam o protagonismo dos estudantes e o desenvolvimento de uma aprendizagem significativa e contextualizada.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67207
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado Profissional – Ensino de História

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