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Título: Relação entre os níveis de Galectina-3 e o comprometimento cardíaco na fase crônica da Doença de Chagas : implicações prognósticas e terapêuticas - uma revisão integrativa
Autor(es): SANTOS, Elisama Max da Silva
Palavras-chave: Doença de Chagas; Galectina-3; Prognóstico; Biomarcadores Cardíacos; Cardiomiopatia Chagásica
Data do documento: 24-Out-2025
Citação: SANTOS, Elisama Max da Silva. Relação entre os níveis de Galectina-3 e o comprometimento cardíaco na fase crônica da Doença de Chagas: implicações prognósticas e terapêuticas - uma revisão integrativa. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Biomedicina) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: A Doença de Chagas (DC), causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é uma zoonose endêmica e negligenciada que afeta milhões de pessoas na América Latina, sendo a fase crônica associada a maior risco de complicações e mortalidade. Nesse contexto, estudos de novos biomarcadores são essenciais para identificar se houve progressão da doença de Chagas em pacientes com comprometimento cardíaco. Por isso, este projeto teve como objetivo realizar uma revisão integrativa da literatura, para avaliar a associação entre os níveis séricos de galectina-3 e o comprometimento cardíaco na fase crônica da DC, assim como suas possíveis implicações prognósticas e terapêuticas. A busca foi realizada em bases científicas como PubMed, LILACS, Scopus, SciELO e Web of Science, incluindo estudos publicados entre 2000 e 2025, nos idiomas português, inglês ou espanhol. Os resultados apontaram que concentrações elevadas de galectina-3 estão associadas à disfunção ventricular esquerda, alterações estruturais cardíacas, fração de ejeção reduzida e aumento do risco de morte ou necessidade de transplante cardíaco. Adicionalmente, observou-se que valores iguais ou superiores a 15,3 ng/mL foram significativamente relacionados à progressão da cardiomiopatia e à maior mortalidade em longo prazo. Além disso, pacientes com formas graves da doença apresentaram níveis mais altos de galectina-3 em comparação àqueles com forma indeterminada. Esses achados reforçam o papel da galectina-3 como possível marcador futuro de remodelamento cardíaco e estratificação prognóstica, embora seu uso isolado ainda não seja suficiente para guiar condutas clínicas. Assim, a integração da galectina-3 a outros biomarcadores e exames de imagem pode ampliar sua aplicabilidade na prática clínica, sendo necessários estudos multicêntricos e de maior escala para validação definitiva.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67076
Aparece nas coleções:(CB - BM) - TCC - Biomedicina

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