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Título : Efeito agudo do exercício sobre os parâmetros vasculares do antebraço não dominante de pacientes com doença renal crônica em estágio pré-dialítico
Autor : POLICARPO, Julio Henrique
Palabras clave : Fisioterapia; Endotélio vascular; Fístula arteriovenosa; Veias; Insuficiência renal crônica
Fecha de publicación : 29-ago-2025
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : POLICARPO, Julio Henrique. Efeito agudo do exercício sobre os parâmetros vasculares do antebraço não dominante de pacientes com doença renal crônica em estágio pré-dialítico. 2025. Dissertação (Mestrado em Fsioterapia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Resumen : Introdução: Pacientes com doença renal crônica (DRC) têm a função endotelial prejudicada devido ao excesso de toxinas, inflamação, estresse oxidativo e desregulação de substâncias vasoativas. Estudar o efeito imediato do exercício nesses pacientes ajuda a entender os primeiros mecanismos de adaptação ao estresse muscular e hemodinâmico. Essa compreensão é vital, pois a melhora da função endotelial é fundamental para a saúde vascular e para a qualidade de vida na DRC. Objetivo: Avaliar o efeito agudo sobre diâmetro e distensibilidade da veia cefálica (VC), diâmetro, velocidade média, pico sistólico e taxa de fluxo de sangue da artéria radial (AR) do antebraço não dominante de pacientes com DRC em estágio pré-dialítico, após submissão a uma única sessão de exercício com duas intensidades. Método: Ensaio clínico randomizado (RBR-103n2zss), desenvolvido entre janeiro de 2024 a junho de 2025. Participaram do estudo 25 pacientes com DRC em estágio pré-dialítico com indicação de confecção de fístula arteriovenosa ou até 24 meses de confecção. Foram avaliados quanto aos parâmetros vasculares acima descritos e as medidas mensuradas a 2, 10 e 20cm do processo estiloide do membro não dominante. Os pacientes foram distribuídos em grupos de exercício com 20% (GE 20%) e com 50% (GE 50%) da intensidade da força de preensão palmar. Resultados: Dos 25 pacientes, 44% (n=11) foram do GE 20% e 56% (n=14) do GE 50%. 56% (n=14) homens com média de 58,72 anos (32,02:85,42). O GE 50% apresentou mais idade, tempo de DRC e comorbidades. Os pacientes do GE 20% apresentaram moderado tamanho de efeito no diâmetro da VC em todos os segmentos [2 cm (r=0,30), 10 cm (r=0,35), 20 cm (r=0,29)]. A distensibilidade da VC diferiu com grande efeito no segmento de 2 cm (p=0,01; r=0,47) nos pacientes do GE 20%. O diâmetro da AR apresentou um tamanho de efeito moderado para o segmento de 2 cm para os pacientes de ambos os grupos [GE 20% (r=0,32), GE 50% (r=0,24)]. A velocidade média apresentou moderado efeito em 20 cm (U=49; r=0,25) para ambos os grupos. O efeito no pico sistólico foi moderado (r=0,25) no segmento de 2 cm nos pacientes do EG 50%. A taxa do fluxo sanguíneo dos pacientes no GE 20% apresentou pequeno efeito, enquanto o GE 50% apresentou moderado em 2 cm (r=0,26) e 10 cm (r=0,26). Conclusão: Uma sessão de exercício físico promoveu alterações imediatas nos parâmetros vasculares de pacientes com doença renal crônica (DRC) em estágios não dialíticos, independentemente da intensidade aplicada. A relevância clínica deste achado reside na capacidade da atividade física de induzir adaptações positivas na estrutura e funcionalidade do endotélio, mesmo em indivíduos com mais comorbidades e idade.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67042
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Fisioterapia

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