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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorGUEDES, Tatiane Gomes-
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Mayara Inácio de-
dc.date.accessioned2025-12-02T17:51:52Z-
dc.date.available2025-12-02T17:51:52Z-
dc.date.issued2025-12-17-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Mayara Inácio de. Efeito de histórias em quadrinhos na autoeficácia da saúde sexual e reprodutiva de adolescentes: ensaio clínico randomizado. 2025. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67010-
dc.description.abstractA iniciação sexual tem ocorrido, de forma cada vez mais precoce, entre os jovens, sendo a adolescência a fase em que ocorre esse despertar. Para evitar gravidez não planejada e/ou infecções sexualmente transmissíveis, é necessário educar os jovens para uma vida sexual saudável. No campo das tecnologias, as histórias em quadrinhos, amplamente utilizadas por adolescentes, podem contribuir para o processo de educação em saúde desse público. Neste sentido, o estudo objetivou avaliar o efeito das histórias em quadrinhos “E, na hora H, o que pode rolar?”, na autoeficácia da saúde sexual e reprodutiva de adolescentes escolares. O conteúdo e a aparência das histórias em quadrinhos foram previamente validados por 24 juízes especialistas, alcançando percentual de concordância global de 0,91. Além disso, foi construído e validado instrumento para avaliar a autoeficácia promovida pelas histórias em quadrinhos na saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes, com percentual de concordância S-IVC/AVE de 0,9 e índice de concordância global de 0,91, na dimensão sexual; e percentual de concordância S-IVC/AVE de 0,95 e índice de concordância global de 0,92, na dimensão reprodutiva. Trata se de ensaio clínico randomizado, longitudinal e duplo-cego, com acompanhamento dos grupos por 30 dias. Participaram do estudo, realizado entre os meses de fevereiro e maio de 2024, estudantes de duas escolas públicas estaduais do Distrito Sanitário IV da cidade de Recife, Pernambuco, majoritariamente alunos do primeiro e segundo ano do ensino médio. O grupo controle e o grupo intervenção tiveram acesso ao material sobre saúde sexual e reprodutiva presente no livro didático da escola. Adicionalmente, o grupo intervenção leu as histórias em quadrinhos. As escolas, localizadas no mesmo distrito sanitário, foram randomizadas em dois grupos: no Grupo 1, sorteou-se a escola para o grupo intervenção; e no Grupo 2, a escola para o grupo controle, com a participação de 63 e 66 alunos, respectivamente. Foram aplicados pré testes para avaliar a autoeficácia dos grupos antes da intervenção, bem como pós-testes imediatos, após sete dias e, por fim, após 30 dias. A análise foi realizada por intenção de tratar. Os dados sociodemográficos foram analisados por meio de estatísticas descritivas e testes qui quadrado/exato de Fisher para verificar a homogeneidade entre os grupos. Os escores de autoeficácia dos participantes do grupo intervenção e do grupo controle foram calculados, considerando-se valores máximos, mínimos, médias, medianas e desvios-padrão. Os resultados evidenciaram homogeneidade (p<0,05) entre os grupos quanto ao sexo, à idade, ao gênero, à cor, ao estado civil, à renda familiar e religião. Contudo, não houve homogeneidade (p<0,05) no âmbito da vida sexual. O grupo intervenção declarou início da atividade sexual antes do grupo controle (61% e 28%, respectivamente). Houve diferenças também quanto ao uso de drogas lícitas (23% no grupo controle e 20% no grupo intervenção) e ilícitas (24% no grupo intervenção e 3% no grupo controle), bem como no uso do preservativo como método contraceptivo mais utilizado (39% no grupo intervenção e 26% no grupo controle), seguido da pílula anticoncepcional oral (20% no grupo intervenção e 4,93% no grupo controle). As médias nos pré-testes, pós-testes imediatos, pós-testes, após sete dias e pós-testes após 30 dias, nos grupos intervenção e grupo controle foram, respectivamente: 13,9 e 15,66 (p=0,014), 15,93 e 16,48 (p=0,496), 15,86 e 16,03 (p=0,747), 16,18 e 16,85 (p=0,432). Esses resultados refutaram a hipótese de que os escores de autoeficácia seriam significativamente maiores no grupo intervenção, após a leitura das histórias em quadrinhos. No entanto, a equiparação dos escores de autoeficácia entre os grupos no pós-teste imediato permite inferir que a tecnologia em questão pode ser recurso educacional útil para estimular práticas sexuais e reprodutivas saudáveis entre os adolescentes. Por fim, ao considerar as divergências importantes entre os grupos no pré-teste, além do curto intervalo de tempo entre a primeira e a última intervenção, recomenda-se a realização de novos estudos com maior número de participantes e avaliação dos efeitos a longo prazo. Ademais, sugere-se que outros profissionais, além dos enfermeiros, como professores, utilizem essa tecnologia para disseminar informações seguras e relevantes sobre saúde sexual e reprodutiva entre adolescentes.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectHistórias em quadrinhospt_BR
dc.subjectSaúde sexual e reprodutivapt_BR
dc.subjectAutoeficáciapt_BR
dc.titleEfeito de histórias em quadrinhos na autoeficácia da saúde sexual e reprodutiva de adolescentes: ensaio clínico randomizadopt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3487758769319425pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0197931838619681pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Enfermagempt_BR
dc.description.abstractxSexual initiation has been occurring at an increasingly early age among young people, with adolescence being the phase in which this awakening occurs. In order to avoid unplanned pregnancies and/or sexually transmitted infections, it is necessary to educate young people about a healthy sex life. In the field of technology, comic books, which are commonly used among adolescents, can contribute to the health education process of this audience. In this sense, the objective was to evaluate the effect of the comic book “And at the right time, what can happen?” on the sexual and reproductive health self-efficacy of adolescent students. The content and appearance of the comic book were previously validated by 24 expert judges, with an S-IVC/AVE agreement percentage of 0.89, structure and presentation S-IVC/AVE of 0.91, relevance S-IVC/AVE of 0.94, and overall agreement index of 0.91. An instrument was also constructed and validated to assess the self-efficacy of comic books in adolescents' sexual and reproductive health, with a S-IVC/AVE agreement percentage of 0.9 and an overall agreement index of 0.91 in the sexual dimension, and a S-IVC/AVE agreement percentage of 0.95 and an overall agreement index of 0.92 in the reproductive dimension. This is a randomized, longitudinal, double-blind clinical trial, in which the groups were monitored for 30 days. Two state public schools in the IV health district of the city of Recife/Pernambuco, with first- and second-year high school students, participated from February to May 2024. The control and intervention groups had contact with the material on sexual and reproductive health in the school textbook. In addition, the intervention group read the comic books. The schools, located in the same health district, were randomized into two groups. In group 1, the school for the intervention group was randomly selected, and in group II, the school for the control group, with the participation of 63 and 66 students, respectively. Pre-tests were applied to verify the self-efficacy of the groups before the intervention, in the immediate post-test, then after seven days and, finally, after thirty days. The results showed similarity in the groups regarding sex, age, gender, race, marital status, family income and religion. In terms of sexual life, the intervention group reported starting sexual activity earlier than the control group, 61% and 28%, respectively. They were also not similar in relation to the use of legal drugs, with 23% for the control group and 20% for the intervention group; and illicit drugs, with 24% for the intervention group and 3% for the control group, in addition to condoms as the most used contraceptive method, with 39% for the intervention group and 26% for the control group, followed by the oral contraceptive pill, with 20% and 4.93%, respectively. The means in the pre-test, immediate post-test, 7-day post-test and 30-day post-test, in the intervention and control groups were: 13.9 and 15.66 (p=0.014), 15.93 and 16.48 (p=0.496), 15.86 and 16.03 (p=0.747), 16.18 and 16.85 (p=0.432), respectively. These means refute the thesis that self efficacy scores would be higher in the intervention group after reading the comic books. However, given the similarity of self-efficacy scores between the intervention and control groups in the immediate post-test, it is possible to infer that the technology in question is an educational resource that can be used to encourage healthy sexual and reproductive practices among adolescents. Finally, considering the significant differences between the groups in the pre-test, in addition to the short period of time between the first and last intervention, it is recommended that further studies be conducted with a larger number of adolescents and that can assess the long-term impact of using the technology. Furthermore, it is suggested that other professionals, in addition to nurses, can use the technology presented here, such as school teachers, to disseminate safe and important information for the sexual and reproductive lives of adolescents.pt_BR
Aparece en las colecciones: Teses de Doutorado - Enfermagem

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