Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66857

Compartilhe esta página

Título: Avaliação de anticorpos anti-spike após a quarta dose de reforço da vacina contra covid-19 em profissionais de saúde de um hospital brasileiro
Autor(es): NASCIMENTO, Tácito Henrique Gomes do
Palavras-chave: Anti-spike; Covid-19; Doses de reforço; Imunizantes; Profissionais de saúde
Data do documento: 16-Ago-2023
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: NASCIMENTO, Tácito Henrique Gomes do. Avaliação de anticorpos anti-spike após a quarta dose de reforço da vacina contra covid-19 em profissionais de saúde de um hospital brasileiro. 2023. Dissertação (Mestrado em Medicina Tropical) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2023.
Abstract: Presente em todos os continentes, a COVID-19 se tornou um dos maiores desafios para a humanidade no século XXI. A imunização contra o SARS-CoV-2 tornou-se necessária para controlar a propagação da COVID-19. Nessa perspectiva, o objetivo do estudo foi determinar quais fatores influenciam na produção dos níveis de anticorpos anti-Spike (IgG) induzidos pela segunda dose de reforço (4a dose) da vacina contra COVID-19 em profissionais de saúde do Hospital das Clinicas da UFPE mensurados entre 15 a 30 dias após a aplicação do imunizante. A pesquisa do anticorpo anti-Spike (IgG) foi realizado pelo método de ELISA indireto no Laboratório de Imunoparasitologia do Instituto Aggeu Magalhães – IAM/ Fiocruz – PE. Todos os participantes do estudo (n=182) apresentaram uma média de idade de 42,3±7,8 anos, com predomínio do sexo feminino (83,0%), raça parda (50,5%) e técnicos e auxiliares de enfermagem (53,8%) quanto à categoria profissional. Quando comparados os níveis de anticorpos anti-Spike (IgG) induzido pela 4a dose, os imunizantes ChAdOx1 (AstraZeneca) e BNT162b2 (Pfizer- BioNTech), apresentaram uma diferença estatística significante (p= 0.01). Mediante aos esquemas vacinais, observou-se que 95% dos participantes utilizaram CoronaVac/Sinovac como esquema primário, entretanto, houve uma diferença significante quanto o uso dos imunizantes ChAdOx1 (AstraZeneca) e BNT162b2 (Pfizer- BioNTech) como 4a dose (p= 0.03). Em conclusão, o uso heterólogo das vacinas contribui na atenuação da gravidade da COVID-19, e reforça a necessidade das doses de reforço, principalmente para os grupos de risco, como os profissionais de saúde.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66857
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Medicina Tropical

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
DISSERTAÇÃO Tacito Henrique Gomes do Nascimento.pdf3 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Este arquivo é protegido por direitos autorais



Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons