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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66846

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Título: Transpondo os muros da Universidade: o entrelaçamento da Educação e a felicidade
Autor(es): FREIRE, Diego Lacerda
Palavras-chave: Educação; Felicidade; Estudo autoetnográfico; Transformação social; Ensino Superior; UFPE
Data do documento: 22-Ago-2025
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: FREIRE, Diego Lacerda. Transpondo os muros da Universidade: o entrelaçamento da Educação e a felicidade. 2025. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: A dissertação "Transpondo os Muros da Universidade: o entrelaçamento da educação e a felicidade" constitui um estudo autoetnográfico que investiga a trajetória de vida do autor como um jovem negro, deficiente visual e morador da Comunidade do Coque, em Recife (PE), que busca analisar como a educação, em seus múltiplos contextos formais e informais, se entrelaçou com a construção de sua identidade, emancipação e a busca por um sentido de felicidade. Ao revisitar suas memórias, o autor destaca o papel crucial da escola pública como um espaço de acolhimento e resistência, capaz de desafiar o determinismo social. A narrativa explora a intersecção de marcadores sociais como raça, classe e deficiência, demonstrando como a educação foi um motor de empoderamento e superação. A dissertação também ressalta a importância da universidade, não apenas como um ambiente de formação acadêmica, mas como um agente de transformação social, por meio de sua atuação em projetos de extensão como o "Pirraias da Periferia" e o "Projeto Gradação". O conceito de felicidade é abordado para além de uma perspectiva individualista, inspirando-se em autores como Martha Nussbaum e Paulo Freire, que a compreendem como uma construção coletiva que envolve dignidade, reconhecimento, pertencimento e justiça social. As considerações finais do trabalho reafirmam que a educação humanizadora e equitativa tem o poder de transgressão, permitindo que indivíduos historicamente marginalizados construam uma vida com sentido e que a felicidade pode habitar as salas de aula e as vielas da periferia, desde que haja afeto, oportunidade e justiça. O estudo conclui apontando que a história de vida narrada é um ato político que valida a experiência pessoal como fonte de conhecimento legítima e potente.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66846
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Educação

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