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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66827

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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorGONÇALVES, Claudio Ubiratan-
dc.contributor.authorSILVA, Girlan Cândido da-
dc.date.accessioned2025-11-11T23:22:33Z-
dc.date.available2025-11-11T23:22:33Z-
dc.date.issued2024-08-27-
dc.identifier.citationSILVA, Girlan Cândido da. Mapeando sonhos e lamentações: A cartografia social e o mapeamento participativo como estratégia de resistência em comunidades tradicionais no "território" do Complexo Industrial Portuário de Suape, PE. 2024. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66827-
dc.description.abstractEste trabalho versa sobre o processo de depredação territorial propiciado pelo Complexo Industrial Portuário de Suape (CIPS) e o Estado de Pernambuco em comunidades tradicionais como pescadores e quilombolas no território de Suape e se objetiva, ‡ luz da cartografia social e os mapeamentos participativo- comunitários a sua autoidentificação e denúncias de violências praticadas. Neste sentido, desde o surgimento dos mapas como elementos essenciais para representar espaços na superfÌcie terrestre, eles têm sido amplamente utilizados para a conquista e tomada de territórios pelos Estados. Além disso, os mapas desempenharam um papel crucial em conflitos e guerras. No século XX, com o avanço das tecnologias de geoprocessamento, os mapas se tornaram um documento importante para o planejamento territorial e para o seu rearranjo. No entanto, muitas vezes, estes mapeamentos acabam ignorando o capital humano e a vida existentes nestes territórios. As comunidades tradicionais são as mais impactadas pelo avanço do grande capital nos territórios, traduzido pelo crescente n ̇mero de empreendimentos capitalistas que encontram respaldo no Estado. Neste sentido, para tentar minimizar esses efeitos, tais comunidades e populações afetadas diretamente pelo capitalismo e pela opressão estatal, tem recorrido ‡ cartografia social e aos mapeamentos participativos como forma de legitimar seus territórios e assim, criar mecanismos de luta contra essas práticas ilegÌtimas. Um exemplo disso È o território de Suape, situ a Região Intermediaria do Recife, onde as din‚micas de mudança territorial afetam diretamente comunidades como o Quilombo MercÍs, o engenho Serraria e a Ilha de Tatuoca. Para entendermos tais dinamicas foram realizadas junto as comunidades, oficinas de mapeamento participativo e cartografia social a partir da criação de mapas tematicos comunitarios, levando em consideração os sonhos e os lamentos das comunidades e posteriormente o seu geoprocessamento com a utilização de softwares como o ArcGis 10.8 e o QGis 3.16. Esses mapas tematicos refletem a realidade enfrentada por estas comunidades e evidenciam a persistência de disputas e violência territorial.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectTerritóriopt_BR
dc.subjectEstadopt_BR
dc.subjectComunidadespt_BR
dc.subjectCartografia Socialpt_BR
dc.subjectCartografia Comunitáriapt_BR
dc.subjectCIPSpt_BR
dc.titleMapeando sonhos e lamentações: A cartografia social e o mapeamento participativo como estratégia de resistência em comunidades tradicionais no "território" do Complexo Industrial Portuário de Suape, PEpt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2949048478790300pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.leveldoutoradopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Geografiapt_BR
dc.description.abstractxQuesto lavoro tratta del processo di depredazione territoriale causato dal Complesso Industriale Portuale di Suape (CIPS) e dallo Stato di Pernambuco nelle comunit‡ tradizionali, come pescatori e quilombolas, nel territorio di Suape. L’obiettivo è identificare e denunciare le violenze praticate attraverso la cartografia sociale e i mappaggi partecipativi-comunitari. Sin dai primi tempi, le mappe sono state utilizzate per la conquista e l’occupazione dei territori da parte degli Stati. Nel XX secolo, con l’avanzamento delle tecnologie di geoprocessazione, le mappe sono diventate documenti importanti per la pianificazione territoriale e la sua riorganizzazione. Tuttavia, spesso queste mappe ignorano il capitale umano e la vita esistente in questi territori. Le comunit‡ tradizionali sono le più colpite dall’avanzamento del grande capitale nei territori, sostenuto da un crescente numero di imprese capitaliste legittimate dallo Stato. Per mitigare questi effetti, le comunit‡ e le popolazioni colpite dal capitalismo e dall’oppressione statale si affidano alla cartografia sociale e ai mappaggi partecipativi per legittimare i loro territori e creare strumenti di lotta contro pratiche illegittime. Un esempio Ë il territorio di Suape, nella Regione Intermedia di Recife, dove le dinamiche di cambiamento territoriale influenzano direttamente comunità come il Quilombo Mercês, l’Ingegno Serraria e l’Isola di Tatuoca. Per comprendere tali dinamiche, sono stati realizzati insieme alle comunit‡ workshop di mappatura partecipativa e cartografia sociale, a partire dalla creazione di mappe tematiche comunitarie. Si Ë tenuto conto dei sogni e delle lamentele delle comunit‡ e successivamente Ë stato effettuato il geoprocessamento utilizzando software come ArcGIS 10.8 e QGIS 3.16. Queste mappe tematiche riflettono la realt‡ affrontata da queste comunit‡ ed evidenziano la persistenza di controversie territoriali e di violenza.pt_BR
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