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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66712
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| Título: | Avaliação de sorção, solubilidade, microdureza e estabilidade de cor: Estudo in vitro |
| Autor(es): | LOPES, Ericka dos Santos |
| Palavras-chave: | resina composta; solubilidade; dureza; sorção; in vitro |
| Data do documento: | 1-Abr-2025 |
| Citação: | LOPES. Ericka dos Santos. Avaliação de sorção, solubilidade, microdureza e estabiliadade de cor: estudo in vitro. 2025. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Odontologia) - UFPE. Recife, 2025. |
| Abstract: | Objetivo: Esse estudo tem como objetivo avaliar, in vitro, propriedades químicas, físicas, mecânicas e ópticas de resinas compostas unicromáticas (Palfique Omnichroma / Tokuyama - POC e Vittra APS Unique / FGM -VAU) comparadas a uma resina composta convencional (Filtek Z250 / Solventum - FZ250). Materiais e Métodos: Foram confeccionadas 10 amostras em forma de disco para cada grupo (15mmx1mm). Inicialmente, mensurado a microdureza das resinas compostas por meio de um microdurômetro digital com uma carga padronizada de 300 gf por 15s, sendo realizado 3 aferições em cada amostra e realizado uma média. Posteriormente, cinco amostras aleatórias foram selecionadas para avaliação da sorção e solubilidade. Estes testes seguiram as recomendações da norma ISSO 4049/2019. As amostras foram postas em um dessecador contendo sílica gel a 37 ± 2°C por 24h, durante 7 dias. Essas amostras foram pesadas em uma balança analítica (Shimadzu) obtendo assim a massa inicial (m1). Em seguida, foram armazenadas em água destilada por 7 dias, secas suavemente com papel filtro de café e pesadas novamente (m2). Por fim, foram colocadas novamente em dessecador até a remoção total da água absorvida (7 dias) e pesadas novamente (m3). A sorção foi calculada por meio da equação Sp = (m2 – m1) / V e a solubilidade SL = (m1 – m3) / V. As outras 5 amostras avaliadas na microdureza, não usadas nos testes de sorção e solubilidade foram imersas em café durante o mesmo período de imersão em água destilada (7 dias). Por meio de um espectrofotômetro digital (Vita Easy Shade), foram realizadas aferições de cor das amostras imersas em água destilada e café nos períodos de 1 e 7 dias. A variação de cor foi medida pelo cálculo da variação de cor (∆E). Resultados: com relação a microdureza, a resina FZ250 apresentou valores mais elevados que as resinas unicromáticas (80,48) seguido da VAU (57,09) e POC (48.83) com diferença estatisticamente significante (p<0,001). A resina FZ250 apresentou maior sorção (p=0,007), entretanto, todas as amostras apresentaram valores dentro dos padrões preconizados pela norma ISSO 4049/2019. Não houve diferença na solubilidade. Não houve diferença na pigmentação das resinas quando imersas em café após um dia, entretanto, após 7 dias, a resina POC apresentou uma ligeira menor pigmentação quando comparado aos outros grupos (p = 0,049). Conclusão: As resinas compostas unicromáticas apresentaram resultados físicos e químicos similares à resinas compostas convencionais, entretanto, com menor microdureza. Os resultados sugerem que estes materiais podem ser utilizados com segurança sendo uma alternativa viável para simplificação dos protocolos operatórios e economia de material e tempo clínico. Relevância clínica: As resinas compostas unicromáticas são alternativas viáveis para restaurações menos complexas que não requeiram alta resistência mecânica. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66712 |
| Aparece nas coleções: | (TCC) - Odontologia |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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