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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66708

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Título : Esquistosomose mansônica no assentamento rural de São Gregório, Gameleira PE: Prevalência e fatores de riscos
Autor : WANDERLEI, Tereza Neuma Guedes
Palabras clave : Esquistossomose mansôni; Assentamento rural; Carga parasitária; Prevalência; Fatores de risco
Fecha de publicación : 14-abr-2010
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : WANDERLEI, Tereza Neuma Guedes. Esquistosomose mansônica no assentamento rural de São Gregório, Gameleira PE: Prevalência e fatores de riscos. 2010. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.
Resumen : Esta localidade tem características semelhantes às demais com perfil de população remota da região. Este trabalho teve como objetivo identificar a prevalência e as cargas parasitárias da esquistossomose, descrever os fatores socioeconômicos demográficos e ambientais envolvidos na cadeia de transmissão da doença no Assentamento Rural de São Gregório Gameleira – PE. O estudo compreende o período de 2009, os dados referentes ao ano de 2007 foram incluídos para melhor interpretar o perfil epidemiológico do agravo, bem como, uma série histórica das atividades do (PCE) Programa de Controle da Esquistossomose do município de Gameleira, facilitando desta forma a compreensão da evolução da doença. Os dados de 2007 foram obtidos de um relatório gerado pelo PCE do Município de Gameleira, os de 2009 do inquérito coproscópico e questionários aplicados a população pela pesquisadora e equipe de endemias do referido Município. O inquérito coproscópico permitiu mensurar a prevalência e cargas parasitárias dos indivíduos residentes no assentamento, enquanto que, os questionários, mensuraram a prevalência referida e descreveu os demais fatores. A análise do coeficiente de prevalência do ano de 2009 em comparação a 2007 mostrou queda no número de casos da doença. No ano de 2007 a prevalência encontrada foi de 22,56% enquanto que em 2009 foi de 10,5%, as cargas parasitárias apresentaram-se como leve 52,63%, moderada 26,31% e intensa 21,05%, A prevalência referida identificada através do questionário foi de 19,9%. Quanto aos fatores demográficos os indivíduos mais atingidos foram os maiores de 15 anos, quanto ao sexo, a predominância foi feminino com 52,6%. Em se tratando contato com as águas naturais, a coleção hídrica mais citada foi o rio onde possivelmente está ocorrendo à transmissão da parasitose. A associação entre a prevalência da esquistossomose e os fatores socioambientais não foi significante em decorrência do tamanho da amostra estudada. Os resultados mostraram que apesar da redução dos casos na maioria da população residente na localidade, a prevalência ter sofrido redução e o grau de escolaridade estar com média acima da regional, observou-se que a doença se mantém em níveis bem acima dos de controle. Espera-se com estes achados desencadear um processo reflexivo junto às instituições públicas competentes para introduzir em seus planejamentos, ações de controle mais eficazes e especificas para este tipo de população.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66708
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Ciências da Saúde

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