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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66694

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorGUIMARÃES, Fabiana Farias de Lima-
dc.contributor.authorDINIZ, Larissa Vitória Gomes-
dc.date.accessioned2025-10-24T15:06:03Z-
dc.date.available2025-10-24T15:06:03Z-
dc.date.issued2025-08-13-
dc.date.submitted2025-10-01-
dc.identifier.citationDINIZ, Larissa Vitória Gomes. Estudo do potencial radiomitigador do extrato de Ginkgo biloba. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66694-
dc.description.abstractA radiação ionizante possui ampla aplicação nas áreas médica, industrial e energética, sendo utilizada em procedimentos como radioterapia, esterilização e produção de energia nuclear. No entanto, ao interagir com a matéria biológica, essa radiação transfere energia às moléculas celulares, levando à formação de espécies reativas de oxigênio, que provocam estresse oxidativo, danos às membranas, proteínas e quebras na molécula de DNA, podendo resultar em mutações, instabilidade genômica ou morte celular. A busca por radiomitigadores eficazes e de baixa toxicidade tem levado ao estudo de compostos naturais, como a Ginkgo biloba, conhecida por suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antiapoptóticas. Diante disso, este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito radiomitigador do extrato de Ginkgo biloba em linfócitos humanos irradiados in vitro com radiação gama. Foram coletadas amostras de sangue periférico de um voluntário saudável, que foram divididas em grupos: controle negativo, controle do extrato (0,025 e 0,05 μg/mL), irradiados sem tratamento (2 Gy e 4 Gy) e irradiados tratados com o extrato nas mesmas concentrações. Após a irradiação em fonte de 60Co, as amostras foram incubadas por 2 horas e cultivadas com fitohemaglutinina, com adição de citocalasina B, para bloqueio da citocinese, permitindo a análise de micronúcleos (MN) em células binucleadas. Foram analisadas 3000 células por grupo, e os dados foram submetidos ao teste U de Papworth, ANOVA e teste de Tukey (p < 0,05). Observou-se aumento dose-dependente da frequência de MN nos grupos irradiados: 0,192 (2 Gy) e 0,619 (4 Gy). Os grupos tratados com o extrato apresentaram redução significativa da frequência de MN: 23,96% e 21,88% para 2 Gy; 35,86% e 27,29% para 4 Gy, nas concentrações de 0,025 e 0,05 μg/mL, respectivamente. As doses estimadas e os percentuais de dano também foram reduzidos, com destaque para o grupo 4 Gy + 0,025 μg/mL, cuja dose estimada caiu de 4,717 Gy para 3,481 Gy e o percentual de dano de 42,80% para 29,13%. O extrato não apresentou citotoxicidade isolada, nem induziu danos genéticos em culturas não irradiadas. A análise estatística revelou diferenças significativas entre os grupos irradiados tratados e não tratados, confirmando efeito significativo na mitigação dos danos cromossômicos induzidos pela radiação. Tal efeito é atribuído à ação antioxidante e anti-inflamatória de seus componentes bioativos, que neutralizam radicais livres, reduzem a inflamação e inibem vias apoptóticas. Conclui-se que o extrato de Ginkgo biloba demonstrou potencial radiomitigador in vitro, sugerindo sua aplicabilidade em contextos de exposição à radiação ionizante.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPqpt_BR
dc.format.extent72p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectRadiomitigadorpt_BR
dc.subjectGinkgo bilobapt_BR
dc.subjectRadiação ionizantept_BR
dc.subjectDosimetria biológicapt_BR
dc.subjectCitogenéticapt_BR
dc.titleEstudo do potencial radiomitigador do extrato de Ginkgo bilobapt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.advisor-coSILVA, Júlio César Gomes da-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4420186881910190pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8796898263583929pt_BR
dc.description.abstractxIonizing radiation has wide applications in the medical, industrial, and energy fields, being used in procedures such as radiotherapy, sterilization, and nuclear energy production. However, when interacting with biological matter, this radiation transfers energy to cellular molecules, leading to the formation of reactive oxygen species that cause oxidative stress, damage to membranes and proteins, and DNA strand breaks, which may result in mutations, genomic instability, or cell death. The search for effective radiomitigators with low toxicity has led to the study of natural compounds, such as Ginkgo biloba, known for its antioxidant, anti-inflammatory, and anti-apoptotic properties. In this context, this study aimed to evaluate the radiomitigating effect of Ginkgo biloba extract on human lymphocytes irradiated in vitro with gamma radiation.Then, Peripheral blood samples were collected from a healthy volunteer and divided into groups: negative control, extract control (0.025 and 0.05 μg/mL), irradiated without treatment (2 Gy and 4 Gy), and irradiated treated with the extract at the same concentrations. After irradiation using a 60Co source, the samples were incubated for 2 hours and cultured with phytohemagglutinin, with the addition of cytochalasin B to block cytokinesis, allowing for the analysis of micronuclei (MN) in binucleated cells. A total of 3000 cells per group were analyzed, and data were subjected to the Papworth U test, ANOVA, and Tukey’s test (p < 0.05). A dose-dependent increase in MN frequency was observed in the irradiated groups: 0.192 (2 Gy) and 0.619 (4 Gy). The groups treated with the extract showed a significant reduction in MN frequency: 23.96% and 21.88% for 2 Gy; 35.86% and 27.29% for 4 Gy, at concentrations of 0.025 and 0.05 μg/mL, respectively. Estimated doses and damage percentages were also reduced, especially in the 4 Gy + 0.025 μg/mL group, whose estimated dose dropped from 4.717 Gy to 3.481 Gy, and the damage percentage from 42.80% to 29.13%. The extract did not show isolated cytotoxicity nor induced genetic damage in non-irradiated cultures. Statistical analysis revealed significant differences between treated and untreated irradiated groups, confirming a significant effect in mitigating radiation-induced chromosomal damage. This effect is attributed to the antioxidant and anti-inflammatory action of its bioactive components, which neutralize free radicals, reduce inflammation, and inhibit apoptotic pathways. It is concluded that Ginkgo biloba extract demonstrated effective in vitro radiomitigating potential, suggesting its applicability in contexts of ionizing radiation exposure.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Biológicaspt_BR
dc.degree.departament::(CB-DBM) - Departamento de Biomedicinapt_BR
dc.degree.graduation::CB-Curso de Biomedicinapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
dc.contributor.advisor-coLatteshttp://lattes.cnpq.br/7702125166398577pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0002-9873-3802pt_BR
Aparece en las colecciones: (CB - BM) - TCC - Biomedicina

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