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Título: Taxonomia e paleoecologia de ostracodes do cretáceo: Bacia de Cedro, Estado de Pernambuco, NE - Brasil: Implicações paleoambientais e biostratigráficas
Autor(es): Emilia Tavassos Rios Tomé, Maria
Palavras-chave: Geociências; Micropaleontologia; Ostracodes; Bacia de Cedro; Aptiano
Data do documento: 2007
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Emilia Tavassos Rios Tomé, Maria; Ferreira de Lima Filho, Mário. Taxonomia e paleoecologia de ostracodes do cretáceo: Bacia de Cedro, Estado de Pernambuco, NE - Brasil: Implicações paleoambientais e biostratigráficas. 2007. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Geociências, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2007.
Resumo: Na bacia de Cedro, durante o Andar Alagoas, ocorreu a deposição de sedimentos da fase Pós-rifte, correspondente a Formação Crato. A amostragem realizada nesses sedimentos permitiu a identificação de cinco gêneros e 18 espécies de ostracodes límnicos: Harbinia angulata (Krömmelbein & Weber,1971), Harbinia micropapillosa (Bate,1972), Harbinia crepata Do Carmo, 1998 nom. nud., Harbinia sinuata (Krömmelbein & Weber,1971), Harbinia cf. H. alta Do Carmo, 1998 nom. nud., Harbinia cf. H. triangulata Gobbo-Rodrigues, 2006, Darwinula martinsi Silva, 1978c emend. Do Carmo et al., 2004, Brasacypris cf. B. subovatum Do Carmo,1998 nom. nud., Candona subtriangulata Gobbo-Rodrigues, 2006 nom. nud., Candona elegans Gobbo-Rodrigues 2006 nom. nud., Candona sp. 1, Candona sp. 2, Candona sp. 3, Candona sp. 4, ?Candona sp. , Paracypria sp., Harbinia sp. 1 e Harbinia sp. 2. A análise bioestratigráfica a partir dos ostracodes límnicos, identificou a biozona da Harbinia spp. 201/218, código O11, referente ao Andar Alagoas. A ostracofauna que caracteriza a Biozona O11 na bacia de Cedro é marcada por um número considerável de espécies, com ocorrências autóctones e alóctones. Candona sp. 4, assim como Harbinia sp. 2, Harbinia angulata e Harbinia sinuata são consideradas espécies guias encontradas nos sedimentos da porção inferior da Formação Crato, enquanto Brasacypris subovatum e Darwinula martinsi compõem a associação dessa biozona. Através da análise dos histogramas foi possível identificar oito espécies autóctones representativas de variação de energia no ambiente: Harbinia angulata, Harbinia sp. 2, Candona elegans e Candona sp. 4, amostra MP-916; ?Candona sp. e Paracypria sp., amostra MP-917; Darwinula cf. D. martinsi e Harbinia sp., amostra MP-918. As espécies autóctones indicam condições de ambiente não marinho e água salobra. A partir deste estudo, foi possível correlacionar os sedimentos Aptianos da bacia de Cedro com àqueles encontrados na Formação Crato, bacia do Araripe
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6511
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Geociências

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