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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6408
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| Título: | O resgate da política no pensamento de Hannah Arendt e Habermas: entre uma ética procedimental e uma ética do amor ao mundo |
| Autor(es): | Silva Ferraz, Adilson |
| Palavras-chave: | Ética; Política; Filosofia de Hannah Arendt; Teoria da Ação Comunicativa de Jürgen Habermas; Racionalidade |
| Data do documento: | 31-Jan-2009 |
| Editor: | Universidade Federal de Pernambuco |
| Citação: | Silva Ferraz, Adilson; Vicente Vieira, Luiz. O resgate da política no pensamento de Hannah Arendt e Habermas: entre uma ética procedimental e uma ética do amor ao mundo. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009. |
| Abstract: | Este trabalho objetiva estudar o resgate da política a partir dos modelos de ética presentes nas filosofias de Hannah Arendt e Habermas. Os pressupostos políticos da antiguidade grega são utilizados por Arendt para articular seu exame das atividades humanas (vita activa/vita contemplativa) com uma filosofia política caracterizada pela busca de um sensus communis e de uma interação entre os homens que os permita estabelecer a política enquanto o novo e o imprevisível. Enquanto que Habermas, afastando-se da teoria crítica da escola de Frankfurt, desenvolve sua teoria da ação comunicativa adotando a ética formal kantiana e as contribuições advindas da virada lingüístico-pragmática como principais referenciais, construindo uma teoria procedimental do discurso que visa resgatar o caráter emancipatório da racionalidade. Ambos os pensadores fazem o diagnóstico do predomínio da violência e da instrumentalidade na esfera pública, contudo, divergem fundamentalmente quanto à própria compreensão da política. Habermas critica a distinção que Arendt faz entre poder e violência, pois a concepção de política livre de qualquer forma de violência decorrente desta dicotomia seria inaplicável e excêntrica. Como Habermas estabelece a dicotomia entre sistema e mundo da vida , que equivale à distinção arendtiana entre violência e poder, são os seus modelos de resgate da esfera política que lhes são decisivos. A teoria da ação comunicativa se apresenta sob a forma de um procedimentalismo vazio que mantém as contradições do sistema, enquanto que o republicanismo de Arendt, calcado na experiência da pólis e no desenvolvimento das virtudes cívicas, é idealista e carente de elementos que permitam uma maior aplicabilidade |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6408 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações de Mestrado - Filosofia |
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