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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6384
Title: Geoestatística aplicada à Geoquímica Ambiental no estudo da qualidade dos sedimentos do Rio Tatuoca, complexo industrial portuário de Suape
Authors: MORAES, Alex Souza
Keywords: Suape; Geoquímica ambiental; Fator de Enriquecimento.
Issue Date: 31-Jan-2009
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Souza Moraes, Alex; Santos de Lima, Edmilson. Geoestatística aplicada à Geoquímica Ambiental no estudo da qualidade dos sedimentos do Rio Tatuoca, complexo industrial portuário de Suape. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Geociências, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
Abstract: O Complexo Industrial Portuário de Suape (CIPS), localizado no município de Ipojuca PE apresenta uma variedade de atividades capazes de interferir na sanidade dos corpos aquáticos receptores e de seus sedimentos ativos. O monitoramento das atividades portuárias, industriais e de infra-estrutura pode ser elaborado através do estudo da qualidade dos sedimentos dos corpos aquáticos próximos, como o Rio Tatuoca, cuja bacia hidrográfica está incluída nos limites da zona industrial do CIPS, podendo desta forma indicar a distribuição dos metais ali depositados e seus eventuais impactos. Foram coletados quatro testemunhos sedimentares ao longo do Rio Tatuoca com auxílio de um amostrador à percussão, em seguida foram seccionados em intervalos de cinco centímetros compondo um total de 33 sub-amostras que foram analisadas em ICP/AES para determinação de 16 elementos químicos (Al, Ba, Ca, Cr, Fe, K, Li, Mg, Na, Ni, Pb, Sr, V, Y, Zn, Zr) além do teor de matéria orgânica e frações granulométricas. A análise estatística evidenciou que para cada testemunho, existe uma separação das amostras do topo em relação às da base, em função do comportamento geoquímico e da hidrodinâmica estuarina. O Fator de Enriquecimento (FE), normalizado pelo alumínio, apresentou-se enriquecido apenas para o chumbo (FE = 13) e cromo (FE = 5,5) indicando um provável aporte de origem antrópica. Apesar do enriquecimento observado, não há conseqüências toxicológicas previsíveis para o ecossistema, configurando um estuário impactado, porém não poluído
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6384
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