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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6319
Título: Sismoestratigrafia do cretáceo superior / neógeno nas bacias de Pernambuco e da Paraíba, NE do Brasil
Autor(es): Melo Ferrer de Morais, Débora
Palavras-chave: Bacia de Pernambuco; Bacia da Paraíba; Seqüência sísmica; Albiano; Calha erosiva
Data do documento: 31-Jan-2008
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Melo Ferrer de Morais, Débora; Ferreira de Lima Filho, Mário. Sismoestratigrafia do cretáceo superior / neógeno nas bacias de Pernambuco e da Paraíba, NE do Brasil. 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Geociências, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.
Resumo: Este trabalho apresenta o mapeamento das seqüências sísmicas dos estratos interpretados como Albiano ao Neógeno na porção offshore das bacias da Paraíba e porção norte de Pernambuco. A divisão das sismosequências foi baseada no estudo das principais discordâncias observadas e também no padrão das sismofácies, além da composição de mapas de isócronas dos intervalos mapeados. Na Bacia de Pernambuco foram mapeadas quatro discordâncias e quatro seqüências (A, B, C, D). Na Bacia da Paraíba foram observadas três discordâncias, uma Superfície de Inundação Máxima (SIM) e três seqüências (B1, C1, D1). A seqüência A é composta por três fácies, a proximal correlacionada à Formação Estiva da porção onshore, a mediana que corresponde a margas e a distal que seria composta por folhelhos. A seqüência B é caracterizada provavelmente por arenitos plataformais da Formação Algodoais, pelos carbonatos da interface plataforma-talude e folhelhos da Formação Calumbi na região de bacia profunda. A Bacia de Pernambuco possui uma calha erosiva, cujo surgimento pode estar correlacionado com um evento erosivo ocorrido durante o Santoniano cujo registro é marcante nos continentes africano e sulamericano. A seqüência B1 foram identificados três padrões de sismofácies, na região plataformal pode está correlacionada com as Formações Itamaracá e Gramame, que ocorrem em onshore e uma SIM de idade Neo-campaniana Eo-maastrichtiana, o talude é caracterizado como uma zona de bypass sedimenta e na planície abissal as sismofácies são representadas por pelitos. A seqüência C, na região plataformal é caracterizada por padrão de terminação em downlaps representados provavelmente por arenitos, no talude encontra-se sismofácies com padrão de deposição carbonática e na região distal encontra-se a Formação Calumbi, com alguns lobos turbidíticos. A seqüência C1 na plataforma ocorre a deposição dos carbonatos regressivos da Formação Maria Farinha, no talude e na planície abissal as características são iguais da seqüência B1. A seqüência D compõe os sedimentos clásticos que podem ser correlacionados Formação Barreiras e no sopé do talude depositam-se sistemas de leques através de fluxos gravitacionais do tipo escorregamentos, correntes de turbidez e rastejamento já na região bacial depositaram os folhelhos da Formação Calumbi. Na seqüência D1 a plataforma é representada pela Formação Barreiras, o talude é correlacionado a uma zona de bypass sedimentar, na planície abissal estão depositados sedimentos de sopé de taludes. Os mapas das seqüências evidenciam que na Bacia da Paraíba não há registro de sedimentação de idade cenomaniana-turoniana, pois o rifte existente na Bacia de Pernambuco provavelmente foi abortado nas imediações da Ilha de Itamaracá na Subbacia de Olinda. Os mapas evidenciam a existência de algumas estruturas como: o Alto do Maracatu, a Bacia interna, o Alto de Itamaracá, o contorno do Platô de Pernambuco e a calha erosiva
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6319
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Geociências

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