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Título: Leucemia promielocítica aguda da infância: caracterização de alterações por citogenética clássica e molecular, anticorpo monoclonal (PG-M3) e biologia molecular
Autor(es): AMARAL, Bethânia de Araújo Silva
Palavras-chave: Leucemia promielocítica aguda (LPA); Diagnóstico genético; Bandeamento G; Anticorpo Anti-PML (PG-M3)
Data do documento: 31-Jan-2009
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: de Araújo Silva Amaral, Bethânia; Santos, Neide. Leucemia promielocítica aguda da infância: caracterização de alterações por citogenética clássica e molecular, anticorpo monoclonal (PG-M3) e biologia molecular. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Genética, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
Resumo: A leucemia promielocítica aguda (LPA) corresponde a cerca de 20-28% das LMAs nos países latino-americanos, sendo caracterizada pelo acúmulo de células leucêmicas na medula óssea semelhantes a promielócitos e clinicamente associada à coagulopatia, que é responsável pela alta mortalidade precoce nas fases iniciais de tratamento. Apesar da LPA ser geralmente reconhecida por seus caracteres morfológicos, existem casos atípicos. A LPA é uma patologia beneficiada pelo tratamento com ATRA e, portanto, um rápido e eficiente diagnóstico é essencial. A citogenética em geral e a RT-PCR são amplamente utilizadas na detecção da fusão gênica PML-RARα. Estas técnicas fornecem informações adicionais sobre a presenca de outras anormalidades citogenéticas, porém consomem tempo e requerem laboratórios especializados. O padrão da PML provou-se útil ao diagnostico da LPA clássica através de técnicas imunológicas utilizando anticorpos monoclonais ou policlonais. Neste estudo foram analisados 15 pacientes, de ambos os sexos, idade variando de 4 a 17 anos, diagnosticados com LPA no Centro de Oncohematologia Pediátrica do HUOC ou Instituto Nacional do Câncer entre os anos de 2004 a 2008. As amostras de medula óssea dos pacientes foram tratadas de acordo com protocolos padrões sendo realizadas as técnicas de bandeamento G, RT-PCR, FISH usando sonda para o rearranjo PML-RARα e imunofluorescência com anticorpo monoclonal PG-M3. A análise por bandeamento G revelou alterações cromossômicas, com excessão de dois casos que apresentaram cariótipos normais. O estudo apresentou: um cariótipo complexo 47,XX,del(12p),add(14q),del(15q),i(19q),+mar, onde não foi detectada a fusão PML-RARα pela RT-PCR, nem pela FISH; um 48,XX,+2mar, no qual também não foi detectada a fusão PMLRARα pelas técnicas moleculares. Estes dois casos podem conter fusões variantes. Sete casos com t(15;17) foram detectados pela citogenética e confirmados pela FISH; cinco casos com t(15;17) confirmados pela FISH quando não foi possível realizar a análise citogenética. Em três casos a RT-PCR mostrou-se divergente da FISH. A imunofluorescência foi realizada em cinco casos e todos confirmaram o diagnóstico da LPA clássica. Sete pacientes estão vivos, seis em remissão, um em tratamento e oito foram a óbito. Estes dados mostram a importância da união de diversas metodologias para o aperfeiçoamento da eficiência e sensibilidade do diagnóstico e do tratamento desta doença
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6137
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Genética

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