Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/51892

Share on

Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorMELO, Cristina Teixeira Vieira de-
dc.contributor.authorLIMA, Caio Mário José Sales-
dc.date.accessioned2023-08-16T12:49:29Z-
dc.date.available2023-08-16T12:49:29Z-
dc.date.issued2022-12-06-
dc.identifier.citationLIMA, Caio Mário José Sales. Rastros, rastreamentos e alguma coisa sobre os rostos que eu não quero mais riscar: a produção audiovisual de adolescentes sob medidas socioeducativas no projeto Cartas ao Mundão. 2022. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/51892-
dc.description.abstractDo traçado e chaveamento dos pequenos quadros verdes que riscam uma imagem, à palavra sonhada filmada e projetada numa telona, encaro rastros, restituo restos de registros dispersos e rascunhos de um diário de bordo com sua nota solitária para revirar o Cartas ao Mundão – uma experiência formativa com cinema dedicada a jovens encarcerados, que buscava constituir alguma resistência pela imagem, mas que encontrou na própria imagem sua contradição, vulnerabilidade e desmantelo. Assombrado pela indagação elementar de como esses jovens seriam reconhecidos, num contexto em que o reconhecimento de si está maculado por rostos riscados com tarjas sólidas e máscaras nevoentas, busco ensaiar saídas e (ar)riscar novas resistências sobre as práticas com a câmera nos espaços socioeducativos, que possam quem sabe desestabilizar estigmas e propor desvios e fugas à dominação do projeto disciplinar, por menor que sejam as chances de excluir as práticas que reiteram o cárcere que a própria imagem é capaz de produzir - e a violência que ela reproduz de fato. Com farpas e alguma esperança, ensaio essas saídas escrevendo como quem faz imagens dançando, sacolejando o velho corpo da ordenação do que foi para, na duração e no movimento, tornar-se. Saber próprio do ver-ouvindo, aprender da pedra e estar sujeito à libélula: se você sentir o peso, nunca chegará tarde pra entender.pt_BR
dc.description.sponsorshipFACEPEpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.subjectCinemapt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectMedidas Socioeducativaspt_BR
dc.titleRastros, rastreamentos e alguma coisa sobre os rostos que eu não quero mais riscar : a produção audiovisual de adolescentes sob medidas socioeducativas no projeto Cartas ao Mundãopt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5056292031364792pt_BR
dc.publisher.initialsUFPEpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6777463656092350pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pos Graduacao em Comunicacaopt_BR
dc.description.abstractxFrom the traking of the small green quadrates that scratch an image, to the dreamed word filmed and projected on a big screen, I face traces, restore remnants of scattered records and drafts of a logbook with its solitary note to review the Cartas ao Mundão – an educational experience with cinema dedicated to incarcerated young people, which looked to constitute some resistance through the image, but which found its contradiction, vulnerability and dismantling in the image itself. Haunted by the elementary question of how these young people would be recognized, in a context in which recognition is tainted by faces scratched with solid stripes and blur masks, I seek to rehearse solutions and speculate fresh resistances about practices with the camera at correctional facilities spaces, which may perhaps destabilize stigmas and propose deviations and escapes from the domination of the disciplinary project, however small the chances of excluding practices that reiterate the imprisonments that the image itself is capable of producing - and the violence that it actually reproduces. With the bee's sting and some hope, I rehearse these solutions writing as someone who dancing making images, shaking the old body from the ordination of what it was, to becoming in the duration and movement. Knowledge trough the seeing-hearing, learning from the stone and being subject to the dragonfly: if you feel the weight, you'll never be late to understand.pt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Comunicação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
DISSERTAÇÃO Caio Mário José Sales Lima.pdf18.87 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is protected by original copyright



This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons