Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/50102

Compartilhe esta página

Título: Febre chikungunya: perfil epidemiológico e padrão espaço temporal no estado de pernambuco, 2015 a 2021
Autor(es): SILVA, Jônatas Lucas Marcelino da
Palavras-chave: febre de chikungunya; estudo de séries temporais; análise espacia
Data do documento: 28-Abr-2023
Citação: SILVA, Jônatas Lucas Marcelino da. Febre Chikungunya: Perfil epidemiológico e padrão espaço temporal no estado de Pernambuco, 2015 a 2021. 2023. 47 f. TCC (Graduação) - Curso de Saúde Coletiva, Centro Acadêmico de Vitória,, Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, 2023.
Abstract: A Chikungunya é uma arbovirose emergente e de grande relevância para a saúde pública do Brasil, tendo em vista a sua capacidade de provocar epidemias de grandes magnitudes. Essa pesquisa objetivou: analisar o padrão da ocorrência da febre Chikungunya no estado de Pernambuco no período de 2015 a 2021. Trata-se de estudo epidemiológico ecológico e transversal e executado a partir de uma abordagem quantitativa que buscou descrever o padrão espacial e temporal da Chikungunya no estado. Utilizou-se dados do banco de dados de Febre Chikungunya do Sistema Nacional de Agravos de Notificação disponível no site do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde-DATASUS. Foram realizadas análises descritivas das variáveis referente aos casos da doença; assim como, a utilização do método de JoinPoint para avaliar evolução temporal dos casos por semestres; e análise espacial com o cálculo da taxa bruta e taxa bayesiana empírica local. Foram confirmados 42.229 casos de febre Chikungunya entre os anos de 2015 a 2021 com taxa média de incidência de 62,3 casos por 100 mil habitantes. Quanto ao perfil, se concentraram em pessoas do sexo feminino (59,7%), na faixa etária de 20-39 anos (35,1%), de raça/cor não branca (41,8%). Na análise temporal, identificou-se 3 tendências em Pernambuco e em suas macrorregiões, diferenciando apenas a região metropolitana que apresentou 2 tendências, essa análise evidenciou um período de aumento que ocorreu entre o 2° semestre de 2017 até o 2° semestre de 2021. Já a análise espacial mostrou uma distribuição onde os municípios com altas taxas ficaram concentrados na região metropolitana, no litoral norte, zona da mata e no agreste. Dessa forma, foi possível identificar os padrões de concentração de casos de Febre Chikungunya no estado e as tendências de crescimento e redução, evidenciando a necessidade de fortalecimento das vigilâncias em Saúde, da prevenção, promoção à Saúde e do financiamento do SUS.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/50102
Aparece nas coleções:(CAV) TCC - Saúde Coletiva

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
TCC Jônatas Lucas Marcelino da Silva;.pdf692.58 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Este arquivo é protegido por direitos autorais



Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons