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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/49893

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Título: Análise epidemiológica da hanseníase na I Gerência Regional de Saúde de Pernambuco no período de 2017 a 2021
Autor(es): SILVA, Monique Lira da
Palavras-chave: Epidemiologia; Hanseníase; Doenças negligenciadas; Análise estatística
Data do documento: 28-Abr-2023
Citação: SILVA, Monique Lira da. Análise epidemiológica da hanseníase na I Gerência Regional de Saúde de Pernambuco no período de 2017 a 2021. 2023. 49 f. TCC (Graduação em Saúde Coletiva) - Centro Acadêmico de Vitória, Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, 2023.
Abstract: A hanseníase é uma doença presente na sociedade desde a antiguidade e que permanece como problema de saúde pública no Brasil. O presente estudo teve por objetivo analisar o comportamento da hanseníase na I Gerência Regional de Saúde (I GERES) de Pernambuco no período de 2017 a 2021. O estudo foi descritivo, ecológico e quantitativo. Por ser endêmica no Nordeste e no estado de Pernambuco, o estudo foi necessário para conhecer o perfil epidemiológico da hanseníase na I GERES, visto que ela foi responsável por concentrar mais de 50% dos casos notificados no estado durante o período analisado. Os dados foram obtidos no banco do SINAN, disponibilizados no DATASUS e foi realizada uma análise epidemiológica com utilização de cálculos de indicadores e análise de tendência a partir dos testes de Cox Stuart e Mann-Kendall. Os dados foram organizados nos softwares Excel e R, seguindo uma análise descritiva utilizando gráficos e tabelas. Foram notificados 7.786 casos, com uma taxa de detecção geral de 36,78 e uma taxa de detecção em menores de 15 anos de 12,60, classificadas respectivamente como muito alto e hiperendêmico, conforme o que é preconizado pelo Ministério da Saúde. Os casos de hanseníase se concentraram no sexo masculino (n= 3.938), na faixa etária de 60 anos e mais (n= 1.707), na raça/cor parda (n= 3.946) e nos indivíduos que possuem 8 anos de estudo ou mais (n= 2.214). A maioria dos casos evoluíram para a cura (n= 5.119), no entanto o número de abandono foi significativo (n= 974). Ademais, os casos predominaram na forma multibacilar e com GIF 2 presente em maior proporção nos homens, tanto na avaliação realizada no diagnóstico como na cura. Os teste de Cox-Stuart (p<0,001) e de Mann-Kendall (p<0,001) indicaram que houve tendência de queda na taxa de notificação mensal por 10 mil habitantes, indicando também que 35% dos municípios mantiveram série constante. Conclui-se que é de grande relevância a elaboração de estratégias considerando o comportamento dos casos, o perfil observado e conforme a realidade dos municípios. Sendo importante também a busca ativa, realização de exames nos contatos dos doentes que foram registrados e fortalecimento das ações de vigilância, educação em saúde e capacitações para os profissionais de saúde.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/49893
Aparece nas coleções:(CAV) TCC - Saúde Coletiva

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