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Título : A palatalização das oclusivas alveolares /t/ e /d/ no município de Santana do Ipanema, Alagoas
Autor : PELAYES, Geicilayne Tavares
Palabras clave : Sociolinguística Variacionista.; Variação Linguística; Palatalização; Processos fonéticos e fonológicos; Oclusivas alveolares
Fecha de publicación : 19-dic-2022
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : PELAYES, Geicilayne Tavares. A palatalização das oclusivas alveolares /t/ e /d/ no município de Santana do Ipanema, Alagoas. 2022. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022.
Resumen : Este trabalho tem como objetivo investigar os processos fonético/fonológicos da palatalização das oclusivas alveolares produzidos no Português Brasileiro falado em Santana do Ipanema sob a ótica da Sociolinguística Variacionista (LABOV, 2008 [1972]), fazendo a contraposição dos dados linguísticos coletados com variáveis externas (idade, sexo e estilo) e internas (contexto anterior, tonicidade, tamanho da palavra, sonoridade e fronteira lexical), a fim de identificar quais fatores favorecem ou inibem tal processo. A pesquisa busca analisar os processos de palatalização em contexto fonológico progressivo, visto que a produção do fenômeno, nesse contexto, é mais acentuada na região estudada. Pesquisas anteriores apontaram para uma maior produtividade da palatalização progressiva no Nordeste (SANTOS, 1996; MOTA; ROLEMBERG, 1997; HENRIQUE; HORA, 2012; SOUZA NETO, 2014; OLIVEIRA, 2017; SOUZA NETO, 2020; OLIVEIRA;OLIVEIRA, 2021). Nesta cidade, o uso mais recorrente é o da palatalização progressiva, em que o elemento fonológico que dispara o processo está localizado em posição anterior às oclusivas alveolares, em palavras como “gos[tꭍ]o” e “fes[tꭍ]a” e são condicionadas principalmente pela idade do colaborador. Observou-se dois contextos que disparam o processo em Santana do Ipanema, são eles: a semivogal [j] em posição anterior às oclusivas e a fricativa /S/ nesta mesma posição. A partir das análises estatísticas, é possível perceber que os dois contextos investigados apresentam comportamentos diferentes no que se refere à palatalização das oclusivas alveolares, resultado que corrobora com o estudo de Oliveira (2017) e Oliveira; Oliveira (2021). Concluiu-se que o fenômeno da palatalização progressiva em Santana do Ipanema emerge em situações de fala mais monitorada, indicando um resgate de uso possivelmente corriqueiro.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/49178
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Linguística

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