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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4876
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Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | de Brito Albuquerque Pontes Freitas, Ricardo | pt_BR |
| dc.contributor.author | Walmsley Soares Carneiro, Andréa | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2014-06-12T17:23:16Z | - |
| dc.date.available | 2014-06-12T17:23:16Z | - |
| dc.date.issued | 2012-01-31 | pt_BR |
| dc.identifier.citation | Walmsley Soares Carneiro, Andréa; de Brito Albuquerque Pontes Freitas, Ricardo. A consciência da ilicitude: sua função na dogmática penal a partir da teoria finalista. 2012. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Direito, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2012. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4876 | - |
| dc.description.abstract | A dissertação tematiza a consciência da ilicitude, sua localização na estrutura da culpabilidade e, por consequência, do crime, bem como as repercussões advindas de sua ausência. Trata-se de um dos temas mais complexos da teoria jurídica do crime. Inicialmente, tratou-se da evolução da culpabilidade no âmbito da dogmática penal, desde a sua feição psicológica até a normativa. Para esta, a aferição da culpabilidade do sujeito, entendida como reprovabilidade daquele que podia agir conforme o direito, mas não o fez, pressupõe a possibilidade de entender o caráter ilícito de seu agir. Em seguida, passou-se a analisar o conceito da consciência da ilicitude, seus pressupostos e objeto. Conhecer pressupõe apreender pelos sentidos e introjetar o conteúdo do conhecimento, o qual, no tema ora debatido, não se refere à norma jurídica como entidade formal tipo legal, mas à contrariedade do atuar em relação ao ordenamento jurídico. Ademais, não se trata de conhecimento efetivo da antijuridicidade, mas de potencial consciência da ilicitude. Ao lado desta, imputabilidade e exigibilidade de conduta diversa compõem a culpabilidade, notadamente normativa, cujos contornos foram traçados pelo finalismo, liberta dos elementos anímicos dolo e culpa, os quais passam à conduta e, por consequência, ao tipo. Fincado nesta estrutura, analisou-se a seguir o erro de proibição que não se confunde com o erro de direito ou a ignorância da lei. Quando inevitável dito erro, exclui a culpabilidade, mas quando evitável importa em atenuação da reprimenda. Por fim, foram analisadas as decisões do Superior Tribunal de Justiça sobre o tema da consciência da ilicitude, destacando as posições adotadas, suas incoerências e aspectos mais relevantes | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Antijuridicidade | pt_BR |
| dc.subject | Consciência | pt_BR |
| dc.subject | Culpabilidade | pt_BR |
| dc.title | A consciência da ilicitude: sua função na dogmática penal a partir da teoria finalista | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| Appears in Collections: | Dissertações de Mestrado - Direito | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
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